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Neste conto vou relatar o que um amigo me contou que passou tempos atrás na vida dele, para facilitar vou contar em primeira pessoa como se fosse eu na história.

Meu nome é Vagner e vou contar o que aconteceu comigo quando tinha 22 anos (hoje tenho 32) sou branco, magro e tenho cerca de 1,70 e meu pau tem uns 18cm. Sofri um acidente ao pular num lago e bater as costas numa pedra e ficando paraplégico, e lógico a partir daquele momento precisando de ajuda de uma enfermeira (ou cuidadora) nos primeiros meses de recuperação.

Após sair do hospital além da fisioterapia intensa eu precisava de uma enfermeira que me ajudasse, principalmente a fazer minhas necessidades fisiológicas pois demora um pouco até conseguir ter novamente o controle disso (as vezes nem se consegue ou é um controle mínimo).

Minha família então decidiu chamar uma vizinha de rua que era uma enfermeira aposentada. Ela se chamava Cidade, tinha 69 anos, era viúva mas era uma mulher que se cuidava a ponto de após ficar viúva ter colocado silicone nos seios, pois os dela eram pequenos até mesmo para ela que sempre foi magrinha.

Cida então veio me fazer a primeira visita, ela estava vestida como uma adolescente, de calça legging e blusinha baby look estampada (que realçava seus seios siliconados) e estava com os cabelos pretos cortados curtinhos . Cida chegou me dando um beijo no rosto e me chamando de anjo como sempre fazia desde que eu era pequeno.

Depois de umas semanas com a Cida me ajudando já não me incomodava ela me ver pelado, mas como sou homem me incomodava não ter excitação como aquela intimidade, pensei que pudesse ser pelo fato dela já ser uma senhora e me conhecer desde criança.

Mas num certo dia por causa de uma possível infecção urinária (comum em paraplégicos) precisei que a Cida passasse uma sonda para conseguir urinar. Cida se preparou para o trabalho, colocou luvas, retirou minha bermuda, pegou a sonda, pegou em meu pênis e começou a colocar a sonda. Foi quando comecei a ver meu pau ficando duro, fiquei meio constrangido mas feliz em ver meu pau duro.

Cida então falou que aquilo era normal de acontecer e que eu poderia urinar a vontade. Eu então falei que não tava conseguindo, Cida então disse que esperaria o tempo necessário e me cobriu com um lençol (que realçava ainda mais minha ereção) e se sentou numa poltrona ao lado da cama.

Passaram meia hora e nada de conseguir urinar, então falei para Cida que não conseguiria fazer o xixi, pois tava excitado. Ela então se levantou, me descobriu e quando achei que ela tiraria a sonda, ela tirou as luvas e disse que resolveria aquilo. Cida então pegou em meu pinto e começou a me masturbar e disse para eu relaxar e gozar a vontade.

Ela fazia movimentos lentos para cima e para baixo enquanto eu tentava imaginar transando com uma gostosa, mas eu comecei a imaginar transando com ela. Cida então disse em tom de brincadeira que eu nunca imaginária estar transando com uma mulher tão mais velha que eu, mas pra surpresa dela disse que estava imaginando justamente aquilo, ela então começou a acelerar o ritmo da masturbação se debruçou sobre mim e começou a me beijar na boca, aquilo me excitou tanto que acabei gozando com a sonda em meu pinto.

Tempo depois daquele episódio onde tive uma ereção quando a enfermeira Cida passava sonda em mim e ela me masturbou até eu gozar, Cida já não cuidava de mim mas sempre que dava vinha me visitar e numa tarde fria de inverno Cida vejo até em casa fazer uma de suas visitas. Minha mãe a recebeu e a trouxe até me quarto onde estava deitado coberto por um fino cobertor.

Cida me comprimentou como de costume e sentou numa poltrona ao lado da cama, começamos a conversar normalmente sobre diversos assuntos, mas num determinada momento comecei a sentir uma ereção espontânea (é comum paraplégico ficar de pau duro sem motivo) e quando reparei meu pau formava um volume sob o cobertor. Cida também reparou e brincando falou que parecia que alguém gostava de visitas de coroas.

Pedi desculpas por aquilo e tentei esconder com um travesseiro, mas para minha surpresa Cida tirou o travesseiro, puxou o cobertor e já puxando minha calça de moleton disse que me ajudaria como da outra vez e começou a me masturbar.

As mãos pequenas de Cida tentantavam envolver meu pau e fazia movimentos lentos para cima e para baixo. Desta vez fiquei excitado com a situação e falei que seria uma boa idéia a coroa agradar o fã dela chupando ele. Cida então disse que eu tava bem safadinho mas que o fã dela merecia, então ela se curvou e enfiou todo meu pau na boca dela e voltou chupando até a cabeça onde começou a lamber.

Aquilo estava me deixando ainda mais excitado vendo Cida me chupando com gosto e lambendo todo meu pau. Então resolvi ser realmente abusado e disse com todas as letras para ela tirar a roupa e transar comigo. Cida surpresa disse que eu não ia querer transar com uma velha, e eu disse que era o que mais desejava naquele momento e que a muito tempo não sentia aquela vontade e aquela excitação que estava tendo.

Cida então se levantou, tirou a calça jeans, a blusa e toda lingerie ficando totalmente nua, segurando meu pau subiu na cama e foi sentando virando de costas para mim e foi descendo enfiando meu pau na buceta dela, buceta bem molhadinha pra idade dela. Cida começou a cavalgar fazendo movimentos de vai e vem com o quadril e eu apalpava a pequena bunda dela que apesar da idade era bem lisinha, nesse momento Cida falou que estava ótimo e Começou a aumentar o ritmo da cavalgada.

Depois de alguns minutos assim pedi que ela se virasse, Cida então sem tirar meu pau da buceta dela se virou ficando de frente para mim, ela era pequena e magrinha e aquele silicone nos seios realmente realçava seu corpo. Comecei a apalpar aqueles seios médio para o corpo dela, eles eram bem firmes e lisinhos. Cida então se debruçou e eu comecei a chupar aqueles seios gostosos enquanto ela fazia movimentos rápidos no quadril subindo e descendo a bundinha.

Ficamos fazendo isso por um longo tempo até que Cida deitou o corpo dela sobre o meu e ao sentir os seios dela em meu peito não aguentei e disse que achava que ia gozar, Cida então rapidamente saiu de cima de mim e voltou a me masturbar enquanto eu chupava os seios dela, quando de repente comecei a gozar de um jeito forte que nunca tinha acontecido antes, Cida engolia toda a porra que saia e chupava meu pau sugando ainda mais porra.

Depois daquela transa Cida foi embora e eu fiquei imaginando quando aquilo aconteceria de novo, com ela ou outra pessoa.

Neste conto vou relatar o que um amigo da época da faculdade me contou, para facilitar Contarei em primeira pessoa como se fosse eu na história.

Olá pessoal meu nome é Samuel e sou enfermeiro particular, também conhecido como cuidador. Tenho 35 anos, 1,85 levemente malhado e cabelos pretos curtos.

Sempre tive muito trabalho como enfermeiro, mas fazia um tempo que estava parado, quando uma família rica entrou em contato comigo para ajudar na recuperação da filha deles que havia sofrido um acidente e ficado paraplégica E teria que começar a cuidar dela já no hospital.

No dia seguinte fui até o hospital durante o horário de visitas para conversar com a família e ver a paciente, quando cheguei a família me apresentou Diana, ela tinha apenas 25 mas logo notei que era muito linda, pele branquinha, aproximadamente 1,68 de altura, olhos pretos, cabelos também pretos e lisos quase no meio das costas, infelizmente me espantei por ela estar com os braços amarrados pois não estava aceitando aquela situação e dificultava o trabalho dos enfermeiros(as).

Como combinado comecei a cuidar dela já no hospital e aos poucos tentava me aproximar e criar um vínculo de amizade com Diana que parecia ser bem mimada. Nesse trabalho por muitas vezes fazia coisas íntimas como ajudar a passar sonda e dar banho, e sabia que ela não gostava e pedia aos pais para contratar uma enfermeira mulher, mas os pais tinham ótimas recomendações minhas e continuei no emprego.

Alguns meses se passaram e Diana já estava em casa voltando a rotina dela, ela voltou a recuperar a forma física através da fisioterapia e já lidava bem com o fato de depender de uma cadeira de rodas. Meu trabalho estava quase terminando e logo deixaria ela para cuidar de outra pessoa, mas como muitas vezes acontece com paraplégicos, Diana estava com infecção urinária e acabei ficando para ajudar mais uns dias.

Como de costume passávamos o dia todo praticamente sozinhos na casa, pois os pais dela estavam na empresa que possuíam, e numa tarde precisei passar sonda para que Diana conseguisse urinar, coloquei ela deitada na cama, tirei sua calça legging e  a calcinha dela, e enquanto fazia meu trabalho Diana disse para eu amarrar os braços dela e transar com ela.

Naquela hora fiquei surpreso e disse que ela era minha paciente e não poderia fazer aquilo, mas curioso perguntei o porque ela queria aquilo, então ela disse que numa das vezes que ela estava no hospital amarrada começou a ficar excitada enquanto eu limpava as partes íntimas dela. Fiquei ainda mais surpreso mas continuei negando fazer aquilo e terminei meu trabalho e a vesti novamente.

Depois de quase uma semana Diana estava quase totalmente recuperada da infecção urinária, mas toda vez que ia passar sonda nela ela vinha com o papo de amarrar ela e eu desconversava apesar de começar a vir a minha cabeça o corpo dela nu que tanto vi ao ajudá-lá tomar banho.

Numa tarde de sexta feira já estava indo embora quando Diana me pediu para passar a sonda nela pois fazia algumas horas que não conseguia ir ao banheiro. Enquanto eu preparava o material ela se deitou na cama e enquanto retirava o shorts e calcinha dela, ela tirou de baixo dos travesseiros um acessório de bondage de prender as pessoas pelos braços (que parecia duas fivelas de cinta) e disse para amarra-lá e transar com ela.

Naquele momento não resisti, comecei a tirar minha roupa e enquanto ela tirava a blusinha estampada e o sutiã que usava. Catei os acessórios prendi na cabeceira da cama e prendi as duas mãos dela abertas e falei que se ela queria daquele jeito seria daquele jeito. Subi na cama e agachado comecei a chupar a buceta dela enquanto tocava os seios dela com as mãos. Diana suspirava e dizia que só daquele jeito conseguia ter prazer fazendo sexo.

Depois de um tempo chupando a buceta lisinha e carnuda dela me levantei e tirei minha calça e cueca, Diana se espantou ao ver meu pau de 20cm e bem grosso e disse que não aguentaria um pau daquele, e eu ficando de joelhos na frente dela disse que iríamos até o fim, então segurei a cabeça dela e comecei a fazer ela me chupar. Meu pau nem entrava todo na boca dela mas eu enfiava o mais fundo possível e batia com meu pau na cara dela chamando ela de putinha mimada.

Enquanto eu me posicionava pra comer ela, Diana concordava que era minha putinha. Me ajoelhei na cama e ergui as pernas dela apoiando em meus ombros e enfiei todo meu pau de uma vez naquela buceta gostosa e comecei a dar estocadas rápidas enquanto beijava a boca carnuda de Diana que suspirava e gemia de tesão por ter desejo sexual atendido. Continuei bombado forte até que ela me pediu para tirar de dentro dela e quando tirei ela começou a se mijar toda, logo depois ela disse para eu continuar e novamente enfiei todo meu pau bombado rápido e forte enquanto Diana gritava de tesão e dizia que tava gozando.

Eu também tava tão excitado e quase gozei dentro dela, mas tirei rapidamente e gozei em cima dos seios de tamanho médio para o corpo dela e bem carnudos. Diana vendo aquilo disse que queria mais, eu então comecei a desamarrar ela dizendo que ia limpar tudo aquilo. Ela então foi se virando com alguma dificuldade e de bruços pediu para ser amarrada de novo e que eu pegasse um cinto no guarda roupa dela e batesse nela. Nesse momento disse que ela tava fixando doida e que eu não faria aquilo.

Diana então ameaçou contar para os pais dela sobre a transa e eu seria demitido por justa causa e complicaria minha profissão. Após ouvir aquilo segurei os cabelos dela erguendo sua cabeça e disse que ela realmente era uma putinha mimada. Diana deu risada e concordou, eu então peguei os acessórios e prendi as mãos dela novamente e peguei meu próprio cinto e dei com vontade naquela bunda branca e grande que ficou com uma bela marca vermelha.

Continuei batendo e ela dizia que estava excitada com aquilo, eu também estava de pau duro novamente e me ajoelhei na cama e comecei a dar palmadas na bunda dela que dizia que tava adorando, entre uma palmada e outra comecei a abrir a bunda dela e ver um cuzinho ótimo para meter, comecei colocando meu dedo indicador e depois dois dedos, Diana perguntou porque tinha parado de bater e eu disse que tava preparando o cuzinho  dela pra meter nele.

Ela espantada disse que meu pau ia arregaçar o cu dela, mas eu já estava passando uma vaselina e me posicionei de joelhos sobre as pernas dela, abri a bunda dela com uma mão e com a outra segurei meu pau e fui enfiando até onde dava. Quando estava praticamente todo dentro debrucei sobre ela e disse no ouvido dela que era o cuzinho mais gostoso que eu tava comendo…

Diana virou a cabeça de lado e começou a ver eu bombar no cu dela com vontade e força, enquanto eu acariciava as costas dela e ela dizia que estava ficando excitada novamente. Continuei bombando forte até que senti ela mijando novamente e gemia dizendo que estava gozando. Eu então enfiei meu pau bem fundo e gozei dentro do cu dela deixando ela toda melada com a porra e o xixi dela.

Depois disso desamarrei ela e comecei a ajudá-lá a se limpar tomando um banho enquanto eu trocava os lençóis da cama dela. Diana disse que graças a mim tinha voltado a sentir prazer sexual e que sempre que eu quisesse poderia ir transar com ela.

Neste conto vou relatar o que um amigo que se mudou para Fortaleza vivenciou com uma garota paraplégica, para facilitar vou contar em primeira pessoa como se fosse eu na história.

Meu nome é Luiz tenho 28 anos, sou branco, tenho 1,80 peso 70kg e tenho cabelos e olhos pretos e me mudei recentemente para Fortaleza, vim cuidar da transferência da sede da empresa que trabalho na área de logística. Enquanto me mudava reparei que minha vizinha era cadeirante e numa das vezes que há vi em frente a casa dela puxei papo, ela então disse que era Fernanda mas podia chama-la de Nana.

Nana era morena clarinha, cerca de 1,70 de altura e uns 60kg e estava com uma mini saia mostrando suas coxas torneadas, tinha cabelos pretos lisos e comprido (até um pouco abaixo dos ombros)
Perguntei a idade dela e ela disse que tinha 25 anos, e perguntei porque uma garota tão nova estava numa cadeira de rodas, e ela disse que foi um acidente de carro após uma balada com amigos.

O tempo foi passando e todo dia via ela no quintal da casa dela ou andando pela rua, sempre sorridente e muito bonita, se vestia muito bem, com roupas que marcava os traços do corpo dela, e de vez em quando conversávamos rapidinho,

Depois de muitos dias de trabalho finalmente consegui um dia de descanso, era uma sexta feira ensolarada e estava na varanda de casa quando vi Nana saindo com um tipo de bolsa pendurada na cadeira de rodas e curioso perguntei onde ela iria. Nana me disse que estava indo para a praia.

Então falei que estava de folga e poderia leva-la e aproveitar a praia também, ela disse que tudo bem e então a coloquei no carro (e pela primeira vez pude sentir suas coxas carnudas e macias)

Chegamos na praia coloquei Nana na cadeira de rodas e fomos até a areia, perguntei se ela precisava de ajuda e ela enquanto tirava a blusinha rosa falou pra colocar ela de bruços na esteira, peguei ela no colo e a coloquei deitada como ela pediu. Nana então pediu que eu tirasse a mini saia dela e passasse protetor solar nela.

Tirei sua mini saia e me deparei com um biquíni fio dental e uma bela bunda redondinha e arrebitada que aproveitei bastante para tocar enquanto passava protetor solar nela, fui subindo pelas coxas grossas e cheguei até a bunda onde alisei o bastante para começar a ficar excitado e continuei pelas costas.

Depois de algum tempo ela pediu que ajudasse ela a se desvirar, então querendo brincar com ela coloquei minha esteira do lado da dela e virei ela rolando, Nana me chamou de doido e caímos na risada juntos. Depois fui passar protetor solar nela novamente e comecei pelas coxas grossas dela e foi subindo e passando na barriga, quando fui passar nos seios ela disse que alu ela passava e que era para eu ir comprar água de coco para ela.

Continuamos tomando sol enquanto conversávamos e o tempo foi passando, e quando o sol começou a se por decidimos ir embora, mas antes Nana já vestida pediu que eu a levasse num banheiro, levei ela até a porta e depois ela se virou.

Enquanto voltávamos para casa ia brincando com ela e ela rindo muito, eu a provocava dizendo que me aproveitei passando protetor solar nela e ela dizendo que eu era espertinho me mostrava a língua. Quando chegamos a casa dela os pais dela não estavam e eu ainda em tom de brincadeira levei ela no colo até dentro da casa dela onde a coloquei sentada num sofá e disse que deixaria ela a pé, ela então disse que eu era um bobo e mostrou a língua novamente.

Então eu disse que se ela mostrasse a língua de novo arrancaria fora, e assim ela fez e para a surpresa dela eu comei a beijar ela dando um belo de um chupada naquele linguinha gostosa, ficamos por alguns minutos nos beijando e quando paramos disse que ia buscar a cadeira dela e quando voltei ela disse que eu tava me aproveitando de uma garota indefesa, e eu disse que se fosse me aproveitar dela faria muito mais do que um beijo.

Então ela perguntou o que faria e eu voltei a beija-la e ao mesmo tempo fui alisando as coxas dela até chegar ao meio de suas pernas, onde descobri que ela estava sem a parte de baixo do biquíni. Ela então perguntou se eu sabia que devido a paralisia ela não estava sentindo meus toques. Eu disse que sabia mas que acreditava que mesmo assim ela estava excitada pois estava molhadinha e sem a calcinha do biquíni.

Nesse momento continuei tocando a buceta dela, colocando dois dedos e esfregando o clitóris com o polegar enquanto sussurrava no ouvido dela que ela era safadinha e estava cheia de tesão sabendo que eu tava tocando ela, ela então gemeu e disse para fazer ela mulher de novo. Falei que ela sempre seria mulher e que eu voltaria a dar prazer sexual para ela.

Então me levantei e abaixei minha bermuda e cueca mostrando meu pau para ela. Nana não titubeou e pegou em meu pau e começou a masturbar ele (meu pau deve ter uns 18cm mas é bem grosso), me apoiei com um joelho no sofá e me aproximei de Nana que logo em seguida deu uma leve chupada na cabeça do meu pau, logo em seguida ela começou a lamber ele todo indo das bolas até a cabeça.

Sua língua gostosa deixava meu pau todo molhadinha, de repente ela enfiou ele todo na boca, não sei como conseguiu devido a grossura dele e a boca pequena dela. Nana chupava com vontade enquanto acariciava minhas bolas, adora quando ela dava pequenas chupadas e lambidas na cabeça do meu pau.

Depois de um tempo me chupando falei que tava na hora de me aproveitar dela, ela riu e tirando a blusinha disse que era toda minha, então comecei a tirar a saia dela e ela tirava a parte de cima do biquíni. Deitei ela no sofá meio na diagonal com as pernas penduradas, abri suas pernas e comecei a chupar a buceta dela para deixar ela bem lubrificada, enquanto chupava tocava com as mãos sua barriga e os seios dela.

Ela pedia que apertasse os seios dela pois ela tinha muita sensibilidade neles depois do acidente, e assim fiz enquanto chupava a buceta lisinha dela, logo percebi que ela começava a gemer e soltar pequenos suspiros de tesão. Nesse momento me levantei e deitei sobre ela, nos beijamos enquanto eu colocava meu pau na buceta dela.

Nana de um suspiro a ponto de achar que ela estava sentindo a penetração, sussurrei no ouvido dela que a buceta dela era uma delícia, e ela então me disse para eu comer ela que ela era toda minha. Segurei uma das pernas dela e apoiei no ombro e comecei a dar estocadas leves nela enquanto que com a outra não acariciava seus seios.

Aos poucos fui aumentando o ritmo da penetração e acariciava todo o corpo dela tentando excita-lá tocando em zonas erógenas novas para ela, e aos poucos percebi que os gemidos e suspiros dela aumentavam. Me debrucei sobre o corpo dela deixando bem junto ao meu e enquanto metia mais rápido e forte eu beijava e dava chupadas no pescoço de Nana e descia até os seios dela que eu chupava e fazia ela gemer até a hora que ela disse que estava gozando.

Nesse momento me levantei e peguei Nana e a coloquei de joelhos no chão apoiada no sofá e comecei a penetrar forte a buceta dela enquanto acariciava seus seios e beijava as costas dela. Nana suspirava e dizia para eu meter gostoso nela e assim eu fazia, ficamos nessa troca de carinhos até que ela disse que estava gozando novamente e sentia a respiração forte dela.

Levantei Nana e a coloquei sentada no sofá e comecei a me masturbar até que comecei a gozar dentro da boca dela que engoliu toda minha porra e depois ficou me chupando.

Após nossa transa ajudei ela a tomar banho e depois fui para casa.

Olá amigos estou de volta para contar mais uma história de envolvimento sexual que meu amigo dos contos anteriores teve, dessa vez acontecendo até um incesto e sexo a três.

Vocês já devem ter visto em contos anteriores meu envolvimento com travesti, um deles indiretamente, mas dois foram diretos e intensos. Hoje vou contar o mais surpreendente deles e que aconteceu após eu me formar na faculdade e do caso com minha amiga e antes do caso com a filha do meu chefe da empresa onde trabalho.

Depois de cinco anos de faculdade voltei para minha cidade por alguns meses até conseguir um emprego, e aproveite para matar a saudade da minha mãe voltando a morar com ela. Minha mãe era solteira, nunca casou oficialmente, tinha 45 anos e é uma mulher muito bonita mesmo que esteja fora dos padrões de corpo magrinho, mas era muito sensual com seu corpo cheinho, bumbum, coxas e seios grandes e volumosos.

Quando falei que ficaria um tempo com ela, minha mãe me contou que ela estava morando com uma amiga, na verdade filha de uma amiga dela de infância. Achei meio estranho mas tudo bem pois não me atrapalharia em nada e queria estar de volta em casa até arrumar um bom emprego.

Justamente no dia em que cheguei de volta em casa minha mãe havia viajado para dar reunião ao grupo de vendedores de cosméticos da empresa que ela trabalhava. Cheguei em casa já a noite era uma quinta feira, entrei na garagem e deixei para descarregar o carro no dia seguinte pois estava cansado. Entrei em casa e estava tudo silencioso, então decidi ir direto para meu quarto, mas passando pelo quarto da minha mãe que estava com a porta entre aberta vi a filha da amiga dela deitada de bruços.

Parei e fiquei observando, ela estava com uma camisola branca quase transparente e também com uma minúscula calcinha branca também quase transparente. Enquanto eu olhava ela acabou se mexendo e foi aí que vi a surpresa que não imaginava, pois ao se mexer sua calcinha saiu do lugar e vi que ela tinha um pênis, para minha surpresa ela era um travesti. Depois daquilo resolvi ir dormir, mas fiquei intrigado imaginando se as duas tinham um relacionamento amoroso, assim como o da minha ex namorada.

No dia seguinte me levantei e fui tomar café da manhã, preparei tudo sozinho e quando me sentei na mesa vi a amiga da minha mãe entrar na cozinha, então finalmente nos apresentamos, disse que meu nome era Roberto e ela disse que se chamava Cláudia. Falei para que se sentasse e tomasse café comigo, e assim ela fez, e enquanto isso conversávamos para nos conhecer melhor, mas o que eu havia visto na noite anterior não saia da cabeça, até porque ela era muito feminina, devia ter uns 35 anos, corpo um pouco cheinho de pele branca, seios grandes, provavelmente silicone dos, apesar de aparentar serem naturais e cabelos loiros lisos até o ombro.

Durante aquele dia Cláudia me ajudou a descarregar as coisas do carro e voltar a me instalar novamente no meu antigo quarto, e durante a noite pedimos uma comida chinesa e ficamos vendo filmes na TV a cabo. Fui dormir cedo pois queria ir ao mercado pela manhã para comprar algumas coisas e fazer um jantar especial para minha mãe, mas antes de conseguir dormir fiquei lembrando de Cláudia pois durante todo o dia fiquei reparando o corpo dela que mesmo sabendo ser travesti me deixava com tesão, principalmente porque ela estava com um vestido muito sexy do tipo tubinho, branco estampado.

Na manhã seguinte levantei cedo novamente e enquanto preparava o café da manhã Cláudia entrou na cozinha, estava com um shortinho jeans curto branco e uma blusinha azul de alcinha bem decotada. Cláudia deu bom dia e disse que parecia que não tinha dormido bem, pois estava travada e se sentou para tomar café. Enquanto tomávamos café não disfarçava meus olhares e após o café num certo momento ela foi arrumar a mesa e novamente reclamou do desconforto muscular, falei que ela precisava de uma massagem. Cheguei por trás dela e comecei a massagear seus ombros e nisso dei uma leve encochada nela, que percebendo meu intuito falou que precisava contar algumas coisas. Eu então perguntei o que era, e ela disse que ela não era o que eu achava, foi aí que eu encostei ela num balcão do armário e passando a mão nas pernas dela disse que sabia que ela era um travesti .

Ela perguntou como eu sabia e contei como tinha descoberto, ela então brincou dizendo que o danadinho do pinto dela sempre dava umas escapadas. Perguntei se ela ainda queria a massagem e ela disse que sim, então fomos até o quarto da minha mãe onde ela também dormia. Já no quarto me aproximei dela e dei um beijo em sua boca, que surpresa hesitou um pouco, mas segurei seu rosto e então nos beijamos novamente, ficamos nos beijando por alguns minutos e então comecei a abrir o zíper do short dela e disse para deixar o danadinho dela escapar, Cláudia terminou de tirar o short e eu agarrei seu pinto e comecei a chupar, era branco, não muito grande, o meu com certeza era maior e mais grosso, mas mesmo assim chupei gostoso enquanto ela tirou sua blusinha e começou alisar os seus seios de grande tamanho.

Depois de chupar o pau de Cláudia me levantei e empurrei ela que caiu deitada de bruços na cama, tirei meu short e sentei sobre as coxas dela e enquanto massageava suas costas esfregava meu pau na bunda dela. Cláudia já suspirava de tesão, mas ela disse que queria me chupar,  então me levantei e ela sentou na cama e ao ver meu pau disse que fazia tempo que não via um pau grande de verdade, pois ela e minha mãe no máximo fazia uma inversão com um pinto de silicone. Ela então agarrou meu pau e enfiou todo na boca, e deixou dentro por algum tempo, quando tirou todo babado bateu com ele na cara dela e voltou a chupar freneticamente e lambendo ele todo enquanto acariciava meu saco. Cláudia dizia que meu pinto era uma delícia e voltava a enfiar ele inteiro na boca, as chupadas dela eram intensas e quase me fez gozar.

Ela então pediu que enfiasse meu pau na bunda dela e deitou ficando na posição de frango assado, segurei meu pau e fui enfiando no cu dela, que falava que não ia caber e gemia de tesão. Fui forçando até que entrou praticamente todo, então segurei os pés dela erguidos e comecei a meter de vagar mas indo bem fundo no cuzinho dela.  Cláudia masturbava o próprio pinto enquanto eu aumentava o ritmo da penetração, aos poucos eu ficava mais excitado e aumentava o ritmo das estocadas fazendo Cláudia gemer ainda mais. Meu pinto entrava fundo e rápido no cu de Cláudia e ela se masturbava até que começou a gozar, sua ejaculação caiu nos próprios seios dela, eu então me debrucei sobre ela e comecei a lamber seus seios volumosos e suculentos, sugando toda a porra em cima deles e depois beijando a boca dela enquanto continuava dando fortes estocadas.

Depois disso me levantei e Cláudia ficou de quatro em cima da cama, eu então encostei na beirada da cama e segurando o quadril dela enfiei meu pau todo no rabo daquela traveca branquela. Cláudia pediu pra enfiar forte e rápido, então segurei a bunda dela com minhas mãos e comecei a dar estocadas rápidas e fortes, ela gemia e dizia que estava ótimo, enquanto acariciava os seios e deixava a bunda bem arrebitada. Quanto mais eu forçava mais ela gemia e pedia pra continuar, e enquanto isso eu apertava com força aquela bunda gostosa. Meu tesão era enorme e já não aguentava mais, então aumentei mais um pouco o ritmo e gozei forte dentro do cu dela, que começou a rebolar, quando terminei de gozar deitei sobre Cláudia e ficamos trocando carícias por um tempo.

Recentemente contei que descobri que minha mãe estava morando com a filha de uma amiga dela de infância, isso aconteceu quando resolvi voltar para casa dela após terminar minha faculdade. Mas além disso descobri que essa amiga de minha mãe era uma transsexual e acabei transando com ela. Mas agora vou contar o que se passou depois disso entre eu, minha mãe e sua amiga travesti.

Uma semana se passou depois de eu ter voltado para casa da minha mãe, estava uma delícia conviver de novo com ela, sentindo o carinho dela, além da ótima convivência com Cláudia que depois que transamos só ficávamos na provocação nos horários que minha mãe não estava. Eu sabia também que ela e minha mãe transavam também, aliás não só sabia como ouvia gemidos das duas quase todas as noites, e numa dessas noites ouvindo aquilo tudo fui até a porta do quarto delas, abri a porta vagarosamente e vi minha mãe de pernas abertas pro alto enquanto Cláudia metia na buceta dela.

Aquilo me deixou muito excitado e de pinto duro, minha mãe apesar de gordinha tinha lindas pernas, assim como sua bunda grande e seios também de tamanho grandes e naturais. Não acreditava mas estava desejando minha mãe sexualmente vendo aquela cena, mas decidi parar de ver e fui para o banheiro e fiquei me masturbando ouvindo as duas trancarem. Na manhã seguinte levantei tarde e quando fui tomar café minha mãe já havia saído e Cláudia estava tirando a mesa do café da manhã, me sentei e não resisti, disse que tinha visto ela e minha mãe transando, e que ouvia as duas quase todas as noites. Cláudia deu um sorriso e disse que algumas noites minha mãe ficava insaciável, e olhando pra mim com cara de safada perguntou se eu tinha gostado do que tinha visto.

Tentei disfarçar mas disse que sim que havia ficado muito excitado e tinha me masturbado no banheiro ouvindo as duas, falei que minha mãe sempre foi linda e continuava linda. Cláudia então provocou e perguntou se tinha ficado excitado por causa dela ou da minha mãe, e eu não consegui negar que era por causa da  minha mãe, mas que aquilo era bobagem que não voltaria acontecer. Cláudia então se aproximou e falou que eu deveria participar também, fiquei surpreso com a sugestão dela e disse que aquilo nunca aconteceria. Cláudia disse que se quisesse era só aparecer no quarto quando ouvisse elas transando e que convenceria minha mãe, e para provocar disse que adoraria meu pau no rabo dela enquanto mete na buceta da minha mãe ou então colocar dois pau dentro da minha mãe. Sai da cozinha e fui preencher uns currículos online, mas confesso que aquelas idéias não saíram da minha cabeça.

Naquela noite não se ouvia nada entre minha mãe e Cláudia, mas aquele papo pela manhã continuava mexendo comigo a ponto de já imaginar tocando minha mãe sexualmente. No dia seguinte sai cedo para fazer umas entrevistas de emprego, e quando voltei para casa já era tarde pois havia ficado fechando contrato numa empresa diretamente com o meu futuro chefe. Entrei e ouvi uns leves murmurinhos ao passar pelo quarto de minha mãe e decidi que aquele seria o momento ideal para fazer o que Cláudia havia sugerido, Abri a porta do quarto delas já dizendo que tinha arrumado um trabalho, e vi minha mãe e Cláudia nuas se beijando, com a surpresa minha mãe se levantou vestindo um hobby vermelho e perguntando por que tinha entrado daquele jeito no quarto dela. Falei que tinha sido contratado por uma ótima empresa, então ela me abraçou me desejando sucesso, Cláudia ainda pelada veio pelo lado e também me abraçou desejando sucesso e dizendo que deveríamos comemorar os três juntos na cama. Minha mãe espantada pediu desculpas pelo que tinha visto e disse para Cláudia se vestir.

Para surpresa da minha mãe, Cláudia me beijou na boca e eu peguei no pinto dela, minha mãe ficou perplexa e perguntou o que estávamos fazendo. Falei que já tinha transado com Cláudia na semana que havia voltado para casa, minha mãe disse que não acreditava, Cláudia então pediu que ela relaxasse e começou a tirar o hobby da minha mãe, que tentou impedir mas se espantou quando eu também comecei a fazer o mesmo. Minha mãe estava pelada em minha frente, seu corpo cheinho com seios grandes e bem redondos naturais me deixaram de pau duro. Cláudia começou a beijar minha mãe e leva-la para a cama enquanto eu comecei a tirar minha roupa. Fui para a cama e deitados um de cada lado da minha mãe, eu e Cláudia começamos a chupar os seios dela que já não resistia aos nossos toques e carícias em seu corpo.

Cláudia então foi para os pés da cama e abrindo as pernas da minha mãe começou a chupa-la, eu então fiquei de joelhos ao lado de minha mãe e fiz ela chupar meu pau, para provocar ainda disse pra ela ver e sentir como o pinto do filho dela tinha ficado grande. Minha mãe pegou em meu pinto e passou ele na boca e depois lambeu por toda sua extensão até chegar na cabeça onde ficou lambendo em volta. Ela então viu que começou a sair aquele líquido lubrificante de dentro dele e começou a chupar a cabeça do meu pinto, mas em pouco tempo já estava engolindo ele todo. Enquanto isso Cláudia continuava chupando minha mãe que entre umas chapadas em meu pau soltava gemidos de tesão. Depois disso Cláudia se levantou e passando as pernas sobre o corpo de minha mãe, ficou de frente para ela poder chupar o pau de Cláudia enquanto minha mãe enfiava o dedo no cu dela. Eu então fui chupar a buceta da minha mãe, e ficando ajoelhado comecei a beijar as coxas grossas da minha mãe até chegar na vagina dela que estava molhadinha. Provoquei mais um pouco e disse que ia chupar a buceta de onde eu tinha saído, e cai de boca chupando forte o caldinho que saia de dentro dela, minha mãe gemia enquanto chupava Cláudia que também gemia sentindo o dedo no cu dela.

Continuei lambendo a buceta da minha mãe e também comecei a enfiar um dedo no cuzinho dela, que fez com que ela arqueasse o corpo erguendo sua bunda da cama. Ficamos assim por uns longos minutos até que Cláudia se deitou na cama e minha mãe subiu nela e começou a cavalgar e gemer dizendo que o pinto de Cláudia esfregava a cabeça bem no ponto G dela. Eu então fiquei de pé na cama e me posicionei atrás dela, pedi para ela abrir a bunda com as mãos e segurando meu pau comecei a penetrar no cuzinho dela, que começou a gemer e dizia que meu pau era grande demais para o cu dela. Cláudia puxou a cabeça de minha mãe e começou a beija-la fazendo com que ficasse com a bunda arrebitada e bem aberta para que eu pudesse meter melhor no cu da minha mãe. Segurei a bunda da minha mãe e comecei aI dar estocadas fortes enquanto Cláudia também penetrava na buceta dela fazendo ela soltar gemidos e ficar com a respiração ofegante.

Eu e Cláudia estávamos numa ótima sincronia de estocadas em minha mãe que por vezes erguia o corpo e fazia eu apertar seus seios grandes e macios e gemia dizendo que estava ótimo ter dois pintos dentro dela. Depois de um tempo metendo nela eu e Cláudia aceleramos nosso ritmo de estocadas fazendo minha mãe gritar e gemer de tesão e dizia que estava tendo um orgasmo. Quando estávamos quase pra gozar tirei meu pau de dentro do cu dela e ela saiu de cima da Cláudia e se deitou e eu e Cláudia ficamos ajoelhados ao lado dela e começamos a gozar sobre minha mãe que esfregava nossa porra pelos seios e barriga dela. Depois disso ela ainda chupou nossos pintos até que cansados dormimos os três juntos.

No dia seguinte pela manhã acordei sentindo minha mãe e Cláudia me acariciando o corpo, comecei a beijar Cláudia que estava de frente pra mim, percebi que as duas se olhavam e foi então que percebi que minha mãe começou a acariciar minha bunda e passava o dedo sobre meu cu, e antes que falasse alguma coisa senti minha mãe enfiando o dedo no meu cu. No começo foi estranho muito incomodo, parecia que estava com vontade de fazer cocô, mas de repente veio algo prazeroso que começou a fazer meu pau ficar duro,  Cláudia então ainda deitada de lado começou a chupar meu pau enquanto sentia ele mais duro com o toque na minha próstata. Sem conseguir me segurar comecei a gozar na boca de Cláudia, sentia sair muita porra devido o toque que minha mãe dava em minha próstata, quando Cláudia terminou de chupar minha porra elas fizeram eu me virar pro outro lado e então foi Cláudia que começou a masturbar minha próstata e fazendo eu novamente ficar duro e em instantes começar a gozar na boca da minha mãe que me chupava e engolia toda minha porra e exausto de tanto gozar voltei a dormir durante toda a manhã.

Volto hoje para contar mais uma história de envolvimento amoroso e sexual de um amigo de trabalho, desta vez ele não teve envolvimento direto mas presenciou todo o acontecimento.

Ainda estava na faculdade quando isso aconteceu, era meu quarto ano e fazia um ano que estava namorando com Lídia que fazia faculdade de administração de empresas e apesar de nosso namoro não morávamos juntos, eu continuava morando sozinho e ela morava com uma amiga dela da faculdade. Essa sua amiga era transsexual ou popularmente chamado de travesti e mais uma vez um travesti faria parte da minha vida, dessa vez indiretamente, mas vamos aos fatos. Lídia era loirinha de olhos verdes, cabelos lisos até o ombro, era baixinha mas não era brava e mandona ao contrário era muito extrovertida e alegre. Sua amiga também era branca de cabelos longos pintados de loiro, tinha quase minha altura e consequentemente era mais alta que minha namorada.

Era começo de semestre e eu estava voltando de férias para cidade onde fazia faculdade depois de passar um mês com minha família, tempo esse que também não via minha namorada, por isso decidi ir direto para a casa dela. Chegando lá fui entrando já que tinha as chaves e imaginei que ela deveria estar tomando café. O som estava ligado até que bem alto então decidi ir direto até a cozinha mas chegando lá não a vi então decidi procurar no quarto mas ele estava com porta e janela aberta, passei pelo quarto de Juliene a amiga da minha namorada, mas estava da mesma forma que o outro quarto com porta e janela aberta. Fiquei imaginando que elas deviam ter saído para fazer compras no mercado no da esquina e deixaram tudo aberto, foi quando ouvi o barulho da máquina de lavar e fui até a lavanderia.

Quando cheguei na lavanderia vi as duas colocando a roupa para lavar, elas estavam de costas para a porta e de repente minha namorada tirou o pijama que ainda vestia, na verdade ela sempre fazia isso, e colocou na máquina de lavar roupas ficando nua. Mas minha surpresa foi quando ela falou para sua amiga também tirar o pijama dela, Juliene relutou mas com a insistência da Lídia ela tirou seu pijama ficando totalmente nua. Ao ver o pinto no meio das pernas dela minha namorada então se tocou do que tinha feito e disse que nem lembrava que sua amiga era transsexual. Se fosse outro cara provavelmente teria acabo com aquilo, mas eu que já havia tido um caso com uma travesti amiga da faculdade que se chamava Alandra, decidi deixar pra ver até onde ia parar aquilo.

Minha namorada então programou a máquina de lavar roupa, olhou sua amiga de cima em baixo e sem rodeios pegou no pênis dela. Lídia começou a masturbar o pinto de Juliene e quando já estava meia bomba, se ajoelhou e começou a chupa-lo enquanto sua amiga alisava seus cabelos loiros. Lídia colocava o pinto inteiro na boca enquanto chupava ele, era um pinto até que bem cumprido, acho que do tamanho do meu. Eu enquanto via aquela cena não contive minha excitação e abri minha calça e comecei a me masturbar ali mesmo escondido. Lídia então se levantou e começou a beijar sua amiga enquanto ainda masturbava o pinto de Juliene que apertava a bundinha redondinha de Lídia. Juliene então ergueu Lídia pela bunda e colocou ela em cima da máquina de lavar roupa (que era daquelas horizontais que abrem na frente) então se ajoelhou na frente de Lídia, abriu as pernas dela e começou a chupa-la. Juliene enfiava a língua na vagina da minha namorada e lambia rapidamente enquanto Lídia se contorcia de tesão tentando se agarrar na máquina de lavar roupa funcionando a todo vapor.

Juliene depois de um longo tempo chupando a buceta de Lídia se levantou e segurando seu pau puxou minha namorada de encontro com ela e começou a penetrar na buceta dela. Meu tesão era enorme e eu me masturbava freneticamente enquanto via as duas se pegando. Juliene penetrou fundo e começou a meter bem de vagar na buceta de Lídia, que apertava os próprios seios que eram pequenos pra médios mas bem volumosos. Aos poucos Juliene foi aumentando o ritmo das estocadas fazendo Lídia gemer cada vez mais, enquanto Juliene metia rapidamente eu me masturbava apreciando os lindos e suculentos seios da minha namorada balançando no ritmo das estocadas . Lídia então ficou sentada na máquina e segurando no pescoço e cintura de Juliene começou a gemer mais e dizer que estava gozando e que sua amiga não parasse de meter nela.

Achei que Juliene também tinha gozado, mas quando minha namorada desceu da máquina de lavar roupa, Juliene virou ela de frente para a máquina e segurando a bundinha de Lídia começou a enfiar o pau dela no cu da minha namorada. Apesar de Lídia sempre fazer sexo anal nesse momento ela deu um gritinho de dor, mas sua amiga continuou enfiando, quando já estava todo dentro Lídia apoio às mãos na máquina e empinou a bunda, e Juliene segurando seu quadril começou a bombar forte no cu da minha namorada. Lídia agora gemia ainda mais enquanto Juliene dizia que era cu que ela gostava mais de comer, eu estava quase gozando vendo aquilo acontecer, então resolvi entrar na lavanderia.

Quando entrei já fui falando pra não pararem, e segurando meu pau me aproximei de Lídia, me encostei na máquina de lavar roupa e enquanto Juliene dava rápidas estocadas no cuzinho da minha namorada, a mesma começou a chupar meu pau. Lídia gemia mas o som era abafado pelo meu pau inteiro dentro da boca dela, que deixava ele molhado de tanto chupar e lamber. De repente Juliene tirou o pau do cuzinho de Lídia e fez ela se ajoelhar na nossa frente, enquanto nós nos masturbava para gozar Lídia apertava os seios com uma das mãos e com a outra masturbava sua buceta. Então eu e Juliene começamos a gozar no rosto e na boca de Lídia que engolia nossa porra e com o dedo pegava a que escorria pelo rosto, Lídia no fim chupou meu pau e da sua amiga travesti deixando eles limpinhos.

Infelizmente nosso relacionamento acabou depois que flagrei Lídia novamente transando com Juliene no sofá da sala, percebi que estava sobrando naquele novo relacionamento das duas que estão juntas ainda, na verdade um relacionamento a três com um amigo meu da faculdade que era bi-sexual assumido.

Olá pessoal espero que estejam gostando do tema desses últimos contos eróticos publicados. Neste vou relatar outra história de experiência com travesti vivida pelo mesmo amigo do conto anterior, essa foi sua primeira experiência dele e como visto não seria a única.

Era início do ano letivo na faculdade de TI e também meu primeiro semestre,, por isso não conhecia ninguém, mas com o passar dos dias e semanas fui fazendo algumas boas amizades. Mas foi no início do segundo semestre que conheci a Alandra uma garota muito simpática e divertida, de riso fácil e também um belo sorriso que completava sua beleza. Com poucos dias nos tornamos ótimos amigos, éramos de cidades pequenas do interior de São Paulo  e ainda estávamos perdidos naquela cidade bem maior mesmo sendo também no interior do estado.

Começamos a ficar mais próximos com o passar dos meses, fazíamos trabalhos e estudávamos juntos e algumas vezes também saiamos juntos para nos divertir já que tínhamos o mesmo gosto para descontrair, sempre íamos para cinema e barzinhos mais calmos e aconchegantes. E nessas saídas comecei a ficar mais atraído por Alandra, que era uma bela morena dessas que parece estar sempre bronzeada, de cabelos cor chocolate com luzes comprido até um pouco abaixo dos ombros.

O primeiro período de provas daquele semestre havia terminado e decidimos sair para relaxar e fomos para um desses barzinhos que gostávamos, sentamos numa mesa e enquanto bebíamos cheguei mais perto dela e comecei a acariciar seu cabelo, de imediato ela sorriu e eu então beijei seus carnudos lábios, prontamente ela correspondeu e ficamos nos beijando por algum tempo. Durante toda a noite ficamos trocando carícias, mas quando sugeri que fossemos para meu apartamento ela ficou estranha e disse que no dia seguinte viajaria cedo para visitar os pais. Acabei aceitando a desculpa dela e a levei para a casa dela..

Os dias se passaram e eu continuava investindo nela, durante intervalos de aula nos encontrávamos e eu não perdia tempo em beija-la, mas notava que ela ficava incomodada quando tentava ser mais atrevido e acariciar o corpo dela, principalmente perto da sua área genital. Fiquei imaginando se ela tinha algum problema, talvez trauma causado por abuso na infância. Mas o fim do semestre se aproximava e também as provas finais e nós dois como sempre caímos nos estudos juntos. Num desses finais de semana que passamos estudando em meu apartamento resolvi novamente tentar investir nela.

Eu estava sentado numa cadeira com o notebook finalizando uma apresentação  e ela se aproximou do meu lado oferecendo um drink que havia feito. Alandra colocou o copo na mesa e ficou encostada na mesma, eu então girei a cadeira ficando de frente para ela, dei um gole no drink e coloquei as mãos em sua cintura, ela deu também um gole no drink e nesse momento ergui a blusinha azul de alcinha que ela usava e comecei a beijar a barriga dela, ela tinha uma barriga lisinha que eu achava linda. Enquanto eu continuava beijando ela acariciava meus cabelos e eu notava sua respiração já diferente, então decidi ser mais abusado e subi minhas mãos até os seios dela que eram grandes e bem redondos devido o silicone colocado.

Alandra parecia estar gostando e decidi arriscar mais e desci minhas mãos passando pela cintura dela, apalpei sua bunda que também era grande e redonda e passei pela lateral das coxas até que cheguei na sua área genital e tentei abrir o zíper de sua calça jeans. Nesse momento Alandra novamente se mostrou nervosa e desconfortável, então perguntei se ela tinha algum problema, algum trauma e ela disse que não queria mais intimidade pois namorava, disse que ela gostava e permitia a troca de carícias e beijos mas que era só, novamente aceitei a desculpa mas disse que estava muito atraído por ela e queria ficar com ela e até mesmo namorar ela, mas Alandra disse que não dava e pegou a chave de seu carro e saiu sem nem se despedir.

Em meio a correria das provas de final de semestre quase não nos encontrávamos e quando isso acontecia era rápido, mas o clima entre a gente havia esfriado um pouco. Numa noite de sexta depois de uma última prova estava na lanchonete da faculdade e Alandra chegou do meu lado e perguntou se podia sentar, eu falei que sim e ela com seu lindo sorriso se sentou e disse que finalmente tinha acabado as provas. Eu cheguei mais perto e coloquei a mão na perna dela e disse que estava com saudades, ela então disse que também estava e acabamos nos beijando, enquanto eu continuava alisando sua barriga. Quando paramos de nos beijar sugeri que saíssemos para comemorar o fim das provas e tirar o stress daquele período, fui mais além e sugeri um programa mais íntimo, seria minha última tentativa. Alandra ficou pensativa por um momento mexendo com um canudo o suco que tomava, e finalmente quebrou o silêncio falando que tudo bem, se eu realmente queria sair com ela tudo bem.

No dia seguinte à noite passei na casa de Alandra para pegar ela, quando a vi fiquei maravilhado, ela estava com um vestido vermelho bem decotada realçando seus seios e também suas pernas. Quando ela entrou no carro começamos a nos beijar loucamente até ela interromper e perguntar se seria ali mesmo no carro, dei uma risada e disse que não, e perguntei se ela queria ir comer algo ou numa balada antes, mas Alandra disse que queria ficar só comigo naquela noite. Depois disso saímos em direção ao motel que já havia reservado uma suíte, no caminho Alandra acariciava meus cabelos e dávamos muita risada juntos. Finalmente chegamos ao motel, estacionei o carro na vaga e quando entramos ela disse que era lindo e perfeito, não era das suítes mais luxuosas, mas tinha tudo de bom, cama grande redonda, banheira, muito espelhos, alguns petiscos e champanhe.

Alandra então me puxou pela camisa e começou a me beijar, ficamos nos acariciando, eu apalpava a bunda dela e ela meu pinto ainda por cima da calça jeans, abaixei as alças do vestido dela e tirei seu sutiã vermelho de renda que realçava a cor da pele dela, que apesar de ter aspecto natural de bronzeado, dessa vez estava mesmo bronzeado com direito a marquinha de biquíni. Comecei a chupar os seios dela que eram grandes e bem redondos devido provavelmente a um silicone, enquanto isso ela tentava abrir minha calça, Alandra então se ajoelhou na minha frente e com rapidez abaixou minha calça e cueca que vestia e pegou em meu pinto já quase. Ela deu uma chupadinha na cabeça, depois lambeu do saco até a cabeça para em seguida colocá-lo todo na boca e começar a chupar vigorosamente.

Em pouco tempo estava com o pau duro de uma forma impressionante, ela chupava meu pai inteiro e lambia por toda sua extensão, parecia faminta por um pau. Alandra então se levantou e disse que era pra eu deitar na cama e esperar ela ir rapidinho no banheiro, e enquanto isso terminei de tirar minha roupa e me deitei. Depois de uns minutos ela saiu vestindo um roupão e disse para eu fechar os olhos que faria uma surpresa, fiz isso e depois de um tempo senti ela colocando a camisinha no meu pênis. Em seguida percebi que ela havia subido na cama e ficado ajoelhada ao meu lado, depois ela pegou em meu pinto e passando uma das pernas para o outro lado do meu corpo e foi descendo e penetrando meu pau no cu dela.

Quando senti meu pau entrando todo naquele cu, sem muita dificuldade, fiquei muito excitado, Alandra então falou para eu olhar meu pau enfiado na bundona gostosa, abri os olhos e logo dei uma estocada fazendo ela gemer. Alandra então começou a cavalgar no meu pau, subia e descia com a bunda dela enfiando meu pau todo no rabo dela, dei umas apalpadas na bunda dela que estava com uma linda marquinha de biquíni, ela então pediu para que eu desse uns tapas bem fortes na bunda dela. Eu então abri bem a mão e dei dois tapas seguidos bem fortes em cada lado de sua bunda, fazendo Alandra soltar alguns gritos.

Enquanto Alandra cavalgava no meu pau ela se masturbava sem parar, então num momento estiquei meus braços e tentei alcançar as mãos dela no intuito de também masturbar a buceta dela, mas Alandra pegou minhas mãos e colocou nos seios dela. Eu continuava dando estocadas e Alandra gemia cavalgando com meu pau no cu dela, mas perguntei se ela tinha algum problema que não deixava eu masturbar a buceta dela e nunca tocar nessa região. Alandra então falou que tinha um problema sim, e sem tirar meu pau de seu cu, girou o corpo ficando de frente para mim, foi quando vi um pinto duro apontado para mim, quando vi aquilo perguntei que merda era aquela e sem pensar empurrei ela de cima de mim.

Alandra caiu deitada na cama e disse que era transsexual ou popularmente chamado de travesti, eu fiquei furioso e comecei a xingar de muitos palavrões e dei uns tapas na cara dela e empurrei de cima da cama. Alandra caiu no chão e disse que por isso nunca queria se envolver mais seriamente comigo, mesmo desejando sabia que eu não aceitaria aquilo quando descobrisse à verdade. Enquanto ela ia para o banheiro falei que ela tinha me enganado de propósito é que era pra ela sumir da minha vida. Depois da discussão sai da suíte até sem roupa e entrei no carro inconformado com o que estava  acontecendo, fiquei imaginando as vezes que beijava ela e tentava toca-la e ela não deixava, apesar de estar muito zangado percebi que ainda estava e ficava excitado pensando nela.

Voltei para dentro da suíte e pedi para que Alandra saísse do banheiro, ela então disse que só sairia se fosse para ir embora dali, eu falei que tudo bem, e quando ela saiu já vestida com uma mão agarrei sua cintura e com a outra segurei seu rosto e comecei a beija-la. Ela a principio tentou desviar, mas insisti e ela foi novamente se entregando e enquanto beijava ela desci minha mão até a calcinha dela e peguei em seu pau e comecei a masturba-lo. Alandra então tirou novamente o vestido e falou para eu chupar o pau dela, nesse momento me ajoelhei tirei sua calcinha e segurando o pau dela ainda meia bomba comecei a chupar, totalmente sem jeito pois nunca havia chupado um pinto, mas aos poucos já estava enfiando ele todo na boca, era bem grosso e preto com cabeça que brilhava.

Fiquei chupando por um bom tempo e confesso que estava gostando, pois meu pau latejava de tão duro que estava e enquanto isso Alandra gemia e dizia que estava uma delícia. Depois de uns minutos me levantei e empurrei Alandra para deitar na cama de bruços, tirei os sapatos de salto dela e enquanto ela passava um pouco de gel no cuzinho dela peguei seus pés e comecei a esfregar em meu pau me masturbando com eles. Meu pau estava muito duro quando decidi penetrar no rabo dela, me debrucei sobre Alandra e segurando meu pau fui enfiando no cuzinho dela, quando terminou de entrar tudo comecei a bombar forte enquanto Alandra pedia para fuder o cu dela. Aquilo me deixava ainda mais excitado e forçava mais a penetração, Alandra gemia e dizia que gostava bem forte, meu tesão era tanto que acabei gozando no cu dela.

Tirei meu pau de dentro do cu dela e deitei do seu lado, Alandra então tirou a camisinha e me chupou mais um pouco limpando minha porra e colocou outra pois meu pau continuava duro. Ela então subiu em cima de mim e foi descendo aquele bundão até meu pau entrar todo no cu dela, Alandra ficou agachada e subia e descia no meu pau rapidamente enquanto eu olhava o pau dela duro balançando na minha frente. Alandra então sentou enfiando meu pau fundo no cu dela e com os joelhos apoiados na cama e fazia movimentos de vai e vem, enquanto gemia e falava que meu pau era muito duro. Ficamos assim por muito tempo enquanto eu passava a mão pelo corpo dela e ela me beijava.

Eu então peguei no pau dela e comecei a masturbei, Alandra começou a gemer mais e apertava seus lindos seios, volumosos e redondos com uma linda marquinha de biquíni. Comecei a masturbar mais rápido o pau dela e falei que queria ver ela gosar em cima de mim, e acelerei a punheta no pau dela, Alandra então deu um gemido mais forte e começou a gosar em minha barriga, e depois começou a cavalgar mais rápido no meu pau e dizia que tava com muito tesão e ia ter um orgasmo pelo cu, Alandra gritava alto e de repente saiu de cima de mim e tirou minha camisinha e pediu para gozar na cara dela e começou a me punhetar rápido e forte, até que não aguentei mais e gozei enchendo o rosto dela de porra.

Depois deitamos na cama e ficamos nos beijando enquanto eu passava a mão pelo corpo dela até que recuperasse meu fôlego, disposição e ereção. Trepamos mais uma vez aquela noite e no fim acabamos tendo um relacionamento por alguns meses até que ela encontrou alguém que ela realmente se apaixonou. Mas essa não seria a única nem a última experiência com travesti que eu teria na vida.

 

Ola pessoal neste conto vou relatar o que aconteceu com um amigo que teve uma inacreditável experiência sexual com uma transexual.

Era início da primavera e estava chegando um bom feriadão prolongado e eu estava planejando ir para algum lugar mas ainda não sabia onde, não sou um cara muito de farras então as vezes era difícil saber o que fazer nessas épocas. Foi então que conversando com meu patrão recebi o convite dele para passar o feriado numa chácara que ele tinha, sem pensar aceitei e me senti privilegiado pois sua fama de poucos amigos quando envolvia funcionários da empresa era grande. Lógico que isso tinha um propósito que era estudar melhor um projeto que eu estava desenvolvendo.

Na sexta feira cedo peguei meu carro e fui para a chácara do Sr. Dantas, quando cheguei parei o carro numa área gramada próximo ao portão, desci do carro e fui procura-lo, quando cheguei na área dos fundos tinha uma enorme piscina junto a uma varanda também de grande proporção com churrasqueira, forno a lenha, e tudo que um rico empresário pode ter. Enquanto observava uma pessoa de voz delicada me cumprimentou e logo disse que o pai dela havia saído mas logo voltava e que eu podia ficar a vontade.

Quando me virei vi uma jovem garota que provavelmente não tinha nem 18 anos, era magra, rosto com leves traços orientais (vindo de seus avós materno) pele morena bem clara como do Sr. Danta, e cabelos lisos na altura dos ombros um pouco ruivos (provavelmente pintados). Me aproximei e cumprimentou com um beijo no rosto e disse que me chamava Fabricio e trabalhava para o pai dela, e ela disse que já tinha sido avisada pelo pai dela que eu iria chegar e disse que se chamava Sarah. Depois de nos apresentamos ela disse que iria nadar e pediu licença, eu disse que tudo bem e me sentem numa cadeira na varanda. Foi impossível não olhar mais atentamente seu corpo pois estava com um biquíni pequeno com um shortinho na parte de baixo mas que realçava sua bundinha redondinha.

Enquanto eu a observava nadando vi o Sr. Dantas chegando e me levantei e fui ao encontro dele que me cumprimentou agradecendo que eu ter aceito o convite dele. Agradeci pela oportunidade e ofereci ajuda para tirar umas compras do carro, enquanto levava as compras para a cozinha sempre que passava perto da piscina olhava Sarah nadando, e assim foi ao longo de todo o dia, sempre que a via acabava atraindo minha atenção. Passei quase todo o dia mostrando os detalhes do novo projeto para o Sr. Dantas e acabei nem aproveitando a piscina. Durante a noite nos reunimos para jantar e novamente não pude deixar de olhar para Sarah que estava vestida com um vestidinho curto de alcinha, branco com pequenas flores estampadas e que realçava seu corpo magro e de baixa estatura.

Após o jantar e de uma conversa descontraída com o Sr. Dantas decidi ir me deitar mas antes de ir o Sr. Dantas disse que havia notado meus olhares para a filha dele, ouvindo isso trate de pedir desculpas pelo inconveniente, o Sr. Dantas então disse que tudo bem, mas que eu deveria saber que na verdade a filha dele era um transexual. Fiquei surpreso em saber que ela na verdade era um garoto, mas sem querer ser inconveniente não especulei detalhes e disse que iria dormir. Mas diante de tamanha surpresa acabei perdendo o sono e rolava na cama me perguntando como havia ficado tão atraído por uma transexual. Inquieto decidi ir tomar água, mas no meio do corredor desviei meu trajeto e acabei indo até o quarto de Sarah.

Abri a porta lentamente e entrei no quarto, que era grande e todo enfeitado como de uma garota adolescente, com bichos de pelúcia, muitos detalhes em rosa e lilás. Olhei para a cama fiquei observando Sarah dormindo de bruços coberta com um edredom, cheguei mais perto da cama e me abaixando um pouco comecei a passar a mão nas costas dela que dormia como se tivesse tomado um calmamente. Percebendo isso resolvi ser mais ousado e descobri ela, Sarah usava uma camisola de seda rosa com uma calcinha branca normal e que estava bem enfiada na bunda. Sentei na beirada da cama e comecei a passar a mão nas pernas dela, principalmente nas coxas que mesmo não sendo grossas eram torneadas, fui subindo até sua bundinha e apalpei com vontade várias vezes enquanto notava que estava com o pau ficando duro. Aproveitando daquela situação resolvi ser mais ousado e afastando a calcinha dela e coloquei o meu dedo indicador no cuzinho de Sarah enquanto passava a mão em meu pau ainda dentro da cueca branca que vestia.

Nesse momento Sarah começou a acordar e surpresa ao me ver perguntou o que eu estava fazendo, retirei o dedo do cuzinho dela e continuei apalpando sua bunda redonda e disse que estava indo na cozinha e fui ver ela dormindo. Ela então disse que não tinha nada que me atraísse nela, eu discordei e disse que ela estava me deixando com muito tesão mas Sarah voltou a dizer que ela não era uma garota comoveu gostava e eu novamente discordando disse que sabia que ela era um garoto e que mesmo assim não me importava. Então fui deitando ao lado dela na cama e enquanto passava a mão no rosto dela beijei sua boca pequena e macia, que acabou correspondendo e ficamos nos beijando por um longo tempo enquanto ficávamos abraçados. Decidi ser mais ousado e coloquei meu pau pra fora da cueca mostrando o quanto estava excitado e pegando na mão de Sarah levei até meu pau, ela tocou de leve enquanto nos beijávamos.

Retirei de lado uma das calcinhas da camisola dela e deixei seus seios a mostra, eles eram pequenos mas abocanhei eles com vontade e chupava com força enquanto erguia sua camisola e passava a mão na barriga dela, Sarah já me masturbava lentamente e eu enquanto ainda chupava aqueles peitinhos fui descendo minha mão até a calcinha dela que se ajeitou na cama ficando de barriga pra cima. Eu então me levantei e retirei minha cueca e fiquei de joelhos na cama no meio das pernas de Sarah, puxei a calcinha dela e peguei naquele pinto ainda meia bomba, não era muito grande, na verdade era só um pouco menor que o meu. Me reclinei e dei uma lambida na cabeça e apalpando o saco dela comecei a chupar o ponto da Sarah enquanto ela acariciava os pequenos seios. Fiquei chutando aquele pau por alguns minutos e algumas vezes colocava ele todo na boca, fazendo Sarah gemer de tesão.

Comecei a passar o dedo no cuzinho da Sarah enquanto chupava o pau dela, e numa dessas passadas introduzi o dedo fazendo Sarah se contorcer e gemer mais. Me debrucei sobre o corpo de Sarah e voltei a beija-la enquanto entregava meu pau no pau dela, aquela sensação era muito gostosa e ficamos assim por algum tempo. Sarah então disse que não tinha tido nenhuma experiência sexual de verdade além de sexo oral e de usar “brinquedinhos” para ter prazer anal, falei que se ela não quisesse não faríamos isso, mas ela disse que confiava em mim e que queria continuar. Voltei até meu quarto para peguei uma camisinha e quando voltei Sarah estava toda nua deitada de bruços passando gel lubrificante no cuzinho dela.

Deitei sobre Sarah e fui colocando bem devagar o pau no cuzinho apertado dela que gemia de dor, continuei forçando até que consegui enfiar quase todo meu pau dentro do cu dela e me debrucei sobre o seu corpo e comecei a bombar com um pouco mais de força enquanto perguntava a Sarah se estava doendo e ela choramingando disse que sim mas que queria continuar, então continuei bombando enquanto beijava o pescoço e rosto dela.

Sarah disse que queria parar então sugeri mudar de posição, ela aceitou e depois que sai de cima ela se virou de barriga pra cima. Fiquei de joelhos no meio das pernas dela, passei mais um pouco de gel lubrificante no cuzinho e coloquei as pernas dela sobre meus ombros e comecei a penetrar novamente o cu apertadinho de Sarah. Ela gemia mais e disse que assim estava melhor e começou a se masturbar enquanto eu fazia movimentos de vai e vem já com um ritmo mais rápido. Nós estávamos muito excitados e enquanto eu penetrava Sarah ela gemia maia com sua voz fina de adolescente.

Segurei nos pés dela e comecei a beijar eles na região dos tornozelos e chupava seus dedos, após isso tirei as pernas dela de meus ombros e me debrucei sobre o corpo dela e começamos a nos beijar enquanto eu aumentava o ritmo das estocadas. Sarah então pediu para eu gozar nela enquanto ela também gozava, tirei meu pau do cu dela e a camisinha, peguei meu pau e comecei a esfregar junto com o pau de Sarah até que ela começou a ejacular e eu também pouco depois dela. Deitei sobre o corpo dela e ficamos nos esfregando todos melados de porra enquanto eu acariciava o corpo lisinho e macio de Sarah.

Depois voltei para meu quarto e no resto do feriado que passei na chácara nos agarrávamos escondidos pelos cantos batíamos punheta um pro outro no banheiro e eu chupava seus peitinhos e dedava o cuzinho dela na piscina enquanto nadávamos.

Neste conto vou mostrar a história de um amigo do trabalho e sua família incestuosa. Vou contar em primeira pessoa como se eu fosse o meu amigo.

Meu nome é Carlos, tenho 35 anos, tenho 1,77 de altura e corpo normal magro e proporcional a minha altura, meus cabelos e olhos são pretos e a pele branca. Sou casado com Vânia que também tem 35 anos, mede 1,70 com um lindo corpo também magra e proporcional a sua altura, e de pele bem branquinha, olhos e cabelos castanhos claros quase loiros. Temos dois filhos Rafael de 12 anos, muito parecido comigo, tipo físico, olhos e cabelos iguais aos meus, e Júlia de 13 anos, loirinha de pele bem branquinha, cabelos loiros e olhos verdes herdados de sua avó e bisavó maternas.

Nossa família sempre teve uma liberdade sexual entre eu minha e nossos filhos, mas a maioria dirá que somos promíscuos e até pedófilos, pois fazemos sexo em frente aos nossos filhos desde que eram bebês, mas eles nunca participaram de nada e sempre explicavamos tudo que estava acontecendo e deixava claro que existia idade e lugar certo para fazer aquilo. Para nós o incesto não é visto como um pecado. Sempre beijo minha filha na boca e minha mulher o meu filho, mas nunca tocamos eles sexualmente, mesmo não achando isso errado desde que eles saibam o que está acontecendo e queiram fazer.

Mas as coisas estavam mudando, nossos filhos estavam na pré adolescência onde os desejos sexuais começam aparecer. Minha filha já havia tido a primeira menstruação e seu corpo começava a ganhar formas de mulher, mas ainda tinha seu jeito de menina tímida e agora meu filho começava a ter as primeiras ereções e a sentir prazer com elas.

Minha esposa me contou que ultimamente quando vai acordar nosso filho ele está pelado e com o pinto duro (temos o costume também de dormir pelados). E me mostrou a mão com gozo do Rafael pois ela disse que só de ter tocado ele de leve já ejaculou na mão dela.

Naquele dia a noite peguei meu filho espiando a irmã pela porta do quarto, ela estava deitada de bruços na cama estudando só de calcinha e sutiã, percebi que o pinto dele estava duro dentro do short e ele esfregava por cima sem coordenação. Cheguei nele e disse que na nossa família ninguém fazia essas coisas escondido e propus para ele vir no banheiro comigo para a gente se masturbar juntos.

Mas quando entramos no banheiro minha esposa estava lá tomando banho, Rafael ficou envergonhado, mas fui tirando meu short e falei pra minha esposa que a gente veio tomar banho com ela. Vânia já percebendo minha intenção abriu a porta do box e pediu para Rafael tirar a roupa, ele ainda envergonhado tirou e entrou no box comigo e a minha esposa.

Vânia começou a ensaboar o corpo, passando a mão principalmente pelos seus seios que são do tamanho médio pra grande naturais mas ainda firmes e pela bunda também também de tamanho médio pra grande. Enquanto isso comecei a me masturbar elogiando a beleza do corpo dela, Rafael concordou e também elogiou a mãe dele enquanto também começava a se masturbar, percebi que Rafael tinha um pênis relativamente grande pra quem tinha 12 anos.

Eu e Rafael apontava nosso pênis pra Vânia e nos masturbava lentamente, minha esposa entrou no chuveiro e começou a rebolar enquanto se enxaguava, passava a mão na bunda e nos seios, ela então se encostou na parede e colocando a região da pélvis pra frente começou a passar a mão na vagina dela. Rafael começou a se masturbar freneticamente, então falei para ele ir com calma ou gozaria rápido, falei pra ele que tentasse acompanhar meu ritmo e assim continuamos a masturbação enquanto olhávamos minha esposa masturbar sua vagina esfregando o clitóris enquanto também apertava e massageava os seios com a outra mão.

Rafael foi acelerando novamente a masturbação dele enquanto minha esposa também aumentava o ritmo da dela, meu filho então falou que ia gozar e minha esposa disse para ele gozar que ela também tava gozando e começou a soltar gemidinhos, Rafael ouvindo a mãe gemer começou a ejacular e eu ainda me masturbando via meu filho e minha esposa gozando juntos pela primeira vez.

Minha esposa depois de ter gozado, colocou nosso filho para tomar banho e enquanto isso continava-mos nos box do banho, Vânia virou de costas pra mim enquanto ajudava nosso filho a se lavar, segurei na cintura dela e comecei a passar meu pênis na vagina dela, nisso ela arrebitou a bunda e apoiou uma das mãos na parede, então segurei meu pinto e fui penetrando o cuzinho dela.

Meu pinto entrou sem muita dificuldade e logo comecei a meter forte com penetração bem funda enfiando meu pau largo, comecei a fazer movimentos de vai e vem cada vez mais rápidos, dando estocadas fortes no cu da minha esposa que gemia cada vez mais. Rafael que estava ao lado se enxaguando falou que os gemidos da mãe dele deixava ele de pinto duro, Vânia olhou e viu ele duro de novo e falou que ajudaria ele e foi logo pegando no pinto do nosso filho e no ritmo das minhas estocadas ela masturbava Rafael.

Aumentei o ritmo das estocadas e enquanto segurava a bunda da minha esposa com uma mão, com a outra apertava um de seus seios, nosso filho olhava tudo atentamente cada movimento que eu fazia e disse que ia gozar de novo, então tirei meu pau do cu da minha esposa e comecei a gozar na bunda dela enquanto Rafael gozava na mão da mãe.

Depois disso o tempo passou e algumas coisas aconteceram, mas que talvez contarei em breve, pois minha vida e da minha família mudaria drasticamente da noite pro dia.

Numa noite quente de verão estava eu e Vânia na cama, nossos filhos já haviam ido para seus quartos dormir e eu recebia um belo boquete.

Vânia fazia um ótimo sexo oral, sabia que adorava que chupasse a cabeça do meu pau alternando com lambidas por ele todo. Vânia parou com o sexo oral e se posicionou em cima do meu pau e foi descendo a bunda até penetrar na buceta dela, ela adorava essa posição cavalgando no meu pau duro, sua buceta carnuda e rosada ficava toda preenchida com meu pau grosso. Ela subia e descia num ritmo rápido e as vezes debruçava sobre mim e nos beijava-mos enquanto eu apertava seus seios levemente molhados de suor.

Nesse momento fomos surpreendidos pelo nosso filho que entrou no quarto dizendo que não conseguia dormir, Vânia olhou e viu que ele estava pelado e com o pinto duro. Rafael encostou na cama e enquanto minha esposa cavalgava começou a masturbar ele, enquanto isso Rafael passava a mão na bunda da mãe e eu apertava os seios dela. Depois de um tempo Rafael continuava excitado e pediu para passar o pinto na bunda da mãe, Vânia disse que tudo bem desde que fosse rápido e depois voltasse pro quarto dele.

Vânia se debruçou sobre meu corpo e nosso filho subiu na cama e debruçado sobre mãe começou a esfregar o pinto na bunda dela. Enquanto ela fazia movimentos de vai e vem com meu pau penetrado na buceta dela Rafael acompanhava os movimentos esfregando o pinto duro na bunda de Vânia. Os gemidos denunciavam que ela estava chegando ao orgasmo e pedia para que nosso filho esfregasse mais a cabeça do pinto dele no cuzinho dela. Rafael prontamente começou a fazer isso enquanto passava a mão na bunda da mãe que erguendo o corpo e colocando as mãos do filho nos seios dela e dizia que estava gozando com os dois homens dela. Nesse momento enquanto eu gozava na buceta dela Rafael gozava na bunda dela, depois disso levei ele até o quarto para dormir e Vânia foi tomar um banho rápido e em seguida fomos dormir.

Na manhã do dia seguinte era um sábado e minha esposa decidiu ir visitar uma irmã numa cidade próxima e levou com ela Rafael, Júlia ficou pois iria sair com umas amigas e eu iria fazer plantão na empresa de informática que eu tinha em sociedade com uns amigos da faculdade. Mas pouco antes do meio dia meu celular toca, era o número da minha esposa, mas quando atendi recebi a pior notícia da minha vida. Vânia sofreu um acidente de carro, um caminhão bateu de frente matando ela e nosso filho Rafael.

Depois dessa tragédia na minha vida às coisas ficaram difíceis, entrei em depressão e me sentindo culpado pela morte deles, como um castigo por causa dos pecados incestuosos que fazia-mos e umas traições que acabei cometendo.

Em breve contarei sobre isso e como superei esse trauma e como passou a ser minha vida sozinho com minha filha.

 

Olá amigos estou de volta para contar mais um conto sobre minha família, que agora é só eu e minha filha. Neste conto vou falar como descobri algumas taras e práticas sexuais da minha filha Júlia.

Como disse no conto anterior meu nome é Carlos, tenho 36 anos, tenho 1,77 de altura e corpo normal magro e proporcional a minha altura, meus cabelos e olhos são pretos e a pele branca.  e Júlia de 14 anos, loirinha de pele bem branquinha, cabelos loiros e olhos verdes herdados de sua avó e bisavó maternas.

Faz quase um ano que perdi minha esposa Vânia e meu filho Rafael num acidente de carro, desde então fiz tratamento psicológico para aceitar essa perda e tirar a culpa que sentia por isso ter acontecido. Minha filha também fez tratamento psicológico, mas ela superou isso com mais facilidade eu acho. Desde então nos tornamos muito mais unidos, fazíamos de tudo juntos, passamos até a dormir juntos, muitas vezes abraçados mesmo ambos estando nus, trocávamos muitas carícias, mas nunca havíamos tido relações sexuais, mas isso estava para mudar.

Era Carnaval e eu para não ficar em casa remoendo lembranças decidi fazer plantão na empresa de informática que tenho em sociedade com uns amigos da faculdade, e minha filha estava na casa de amigas da escola para pular o carnaval em uns blocos aqui na cidade do interior do Paraná onde moramos. Fui para o trabalho mas como não tinha muito o que fazer na hora do almoço já estava tudo feito, almocei e fiquei de bobeira navegando na Internet, era umas quatro horas da tarde minha filha ligou falando que ia para casa descansar um pouco, falei para ela que assim que meu sócio chegasse também iria e sairíamos para comer.

Como o tempo não passava e eu estava sozinho decidi entrar numa sala de bate papo de sexo, entrei numa sala sobre sexo bizarro e fetiches, depois de uma hora conversando com algumas pessoas e descobrindo suas bizarrices sexuais vi uma pessoa com o apelido cadelinha do papai que acabou me atraindo e comecei a puxar papo. Logicamente que nem ela e nem eu nos identificamos com nomes reais, mas ela me disse que tinha 18 anos e estava sozinha, perguntei o motivo do apelido no chat e ela disse que era porque gostava de trocar carícias com o cachorro dela. Achei aquilo muito excitante ao mesmo tempo que nojento alguém transar com cachorros, mas sabia que a zoofilia era praticado realmente por algumas pessoas.

Ela então perguntou se eu queria ver ela, disse que sim mas que eu não poderia me mostrar porque estava no trabalho. Quando ela ligou a câmera não dava para ver muito pois estava um pouco escuro, ela estava pelada e usava uma máscara de carnaval para esconder o rosto, tinha cabelos loiros, pele bem branquinha, seios pequenos pra médio e bem durinhos. Ela atiçava seu cachorro que tentava subir na bunda dela tentando penetra-la, por mais estranho que achava aquilo estava me deixando excitado, então abri o zíper da calça e comecei a me masturbar.

Numa dessas tentativa do cachorro trepar na garota ele ficou com o pênis duro pendurado e ela começou a chupar o pênis dele, aquilo me enojava mas também me excitava ao ponto de estar me masturbando deliciosamente. De repente o cão voltou a tentar penetra-la mas ela colocava a mão tampando a vagina, mas o que ela não esperava era que o cão conseguisse penetrar no cu dela, que começou a gritar de dor e pedir que não penetrasse ali. Mas já era tarde e depois de várias estocadas rápidas o cão tentou sair mas ficou com o nó preso, ambos de costas um pro outro de quatro no chão. Eu já estava quase gozando quando a garota desesperada encerrou a conexão desligando a câmera, por sorte nessa hora percebi meu sócio chegando, guardei meu pênis rapidamente e sai do chat. Comprimentei ele e disse que já ia embora pois já era sete horas da noite e ainda sairia para jantar fora com minha filha.

Cheguei em casa uma hora depois, e enquanto entrava chamei minha filha que respondeu gritando de seu quarto, fui indo para o quarto dela perguntando o que ela estava fazendo, ela respondeu para eu não ir até lá pois ela estava ocupada, brincando perguntei se ela estava tomando banho e se depilando. Júlia disse que não mas que não era para eu ir até o quarto dela, achei estranho e decidi ir ver o que estava acontecendo. A porta estava entre aberta e a luz apagada, quando liguei a luz vi minha filha de quatro no chão pelada com nosso cachorro Thor engatado no cu dela.

Ela tentava esconder o rosto e puxar um lençol para se esconder, eu não estava acreditando no que estava vendo e só então me dei conta que ela era a garota do chat. Nervoso perguntei se ela era a garota do chat, e ela tirando a máscara perguntou se eu era o homem que tava vendo ela. Fui perguntando o porque dela fazer aquilo e se já tinha feito antes, ela disse que era a primeira vez que fazia e fez porque ficou curiosa depois que viu uma amiga fazendo. Aquilo foi me deixando muito irritado e sem pensar tirei minha cinta, dobrei e dei uma forte cintada na bunda dela que ficou marcada com facilidade por ela ter a pele bem branquinha. Com a cintada Thor com medo correu puxando com força o pênis de dentro do cu da minha filha que depois de um grito de dor com o tranco caiu no chão encolhida e chorando.

Júlia passava a mão na bunda e chorava, eu ainda furioso dei outra cintada que pegou nas coxas dela, que pedia para parar de bater. Eu sem querer ouvir mandei ela se levantar e ficar de quatro e disse que se ela era a cadelinha do papai, ela iria apanhar como uma cadeia. Júlia ficou de quatro com o corpo apoiado na cama, eu vendo sair do cu dela porra do Thor e escorrer pela vagina e coxas dei mais cintadas na bunda dela que foi ficando ainda mais vermelha.

Enquanto minha filha chorando se contorcia de dor e pedia para eu parar de bater nela, notei que eu estava excitado e tomado por aquela raiva do momento joguei a cinta no chão, abri o zíper e abaixei minha calça. Meu pau estava muito duro, peguei uma camisinha no bolso da calça e coloquei, me abaixei ficando agachado atrás da minha filha, que me olhou chorando e perguntou o que eu ia fazer. Falei que ia fazer ela ser a cadelinha do papai e segurando a bunda dela com uma mão e meu pau com a outra comecei a tentar penetrar no cu dela.

Enquanto eu forçava a penetração ela tentava me empurrar com a mão e pedia para que eu não fizesse aquilo, dei uns tapas na bunda dela e forcei de novo a penetração até que comecei a sentir a cabeça entrar, fui fazendo movimentos de vai e vem e quanto mais entrava mais porra de cachorro saia do cuzinho apertado de Júlia e escorria pelas pernas dela. Com meu pau já quase todo dentro do cuzinho dela comecei a aumentar o ritmo das estocadas, fazendo um vai e vem mais rápido e em alguns momentos penetrando forte e bem fundo no cu de Júlia que continuava chorando em meio a alguns gemidos de dor e pedidos para eu parar.

Dei mais algumas estocadas rápidas e fortes e antes que gozasse tirei meu pau do cu dela, arranquei a camisinha e comecei a gozar em cima da bunda da minha filha. Então me levantei e enquanto pegava minha calça, Júlia se levantava lentamente e subia na cama e ficando deitada de bruços com minha porra em cima da bunda dela que estava vermelha das cintadas.

Sai do quarto dela e fui para o meu tomar um banho e pensar em tudo que tinha acontecido. No meio da madrugada levantei e ainda bravo mas ao mesmo tempo arrependido das minhas atitudes fui no quarto de Júlia ver como ela estava, entrei no quarto e ela continuava deitada de bruços na mesma posição. Me ajoelhei sobre a cama cobri ela com um lençol e dei um beijo no rosto dela dizendo que amava ela, nesse momento Júlia acordou e pedi que eu saísse do quarto dela.

Depois desse episódio ficamos um bom tempo brigados e com dificuldade no nosso relacionamento de pai e filha. Mas com o tempo superamos isso graças ao amor que sentíamos um pelo outro e que depois descobrimos que era mais que um amor fraternal, e que em breve contarei como isso aconteceu.