Como eu ja havia contato da minha primeira esperiencia com minha ex-empregada, agora vou contar de mais uma relação q tive com ela e que acabou resultando tb no acontecimento em que tirei a virgindade de sua filha. O verão continuava forte e eu com meu habito de andar nu pela casa, mas numa segunda-feira minha ex-empregada me pediu pra que sua filha ficasse la em casa durante o espediente dela, eu aceitei numa boa e sabia que naquele dia teria que ficar de roupa, mesmo assim coloquei uma bermuda e uma camiseta regata e fiquei bem a vontade.

Então eis que chega a Val com sua filha Stéphani – q vou chamar de Stéphi, uma garota de 14 anos – Val havia tido ela com 14 anos tb – quando eu fui comprimentá-la ela me deu um forte abraço, senti seu corpo no meu, um calor tomou conta de mim naquela hora, ela era muito carinhosa. Era uma garota loirinha, com pele bem rosada, cabelos loiros cacheados nas pontas – caractristicas herdadas do pai – ela devia ter + ou – 1,68m, magrinha, seus seios ja estavam de um tamanho médio de bicos empinados e duros e uma bundinha arrebitada e grandinha – isso ela puxou da mãe. Naquele dia eu fiquei trabalhando no meu quarto/escritório na companhia de Stéphi q ouvi muisca no rádio deitada na cama, e com isso vez e outra olhava pra ela q estav de brusso na cama com as prnas pro alto – pose tipica de garotas desta idade – ela usava um short curto branco q deixava transparecer sua calcinha e uma blusinha rosa de alcinha.

Eu fixava os olhos em suas pernas deliciosas e na sua bundinha, não aguentei e sai do quarto, não queria fazer nada com ela então fui atras de Val pra me saciar do desejo. Val arrumava o quarto de visitas, entrei no quarto e empurrei a porta que acabou ficando entre aberta, peguei Val pela cintura pedindo pra ela tirar a roupa, ela recusou com emdo da filha ver aquilo, falei pra ela que seria rapido e a joguei na cama, tirei meu pau ja totalmente duro pra fora da bermuda, abri as pernas de Val e comecei a penetra-la com força, ela segurava os gemidos com medo da filha ouvir, eu estav doido de tesão, enfiava minha pica em Val pensando em sua filha, ela chegou a reclamar que estava doendo de tanta força que eu fazia pra fude-la, metia rápido e forte até gozar dentro de sua xana quente que ficou enxarcada de porra.

Sai do quarto e fui tomar um banho,onde acabei me masturbando pensando em Stéphi e voltei pro quarto para trabalhar, Val então vio me avisar que iria na comprar algumas coisas no mercado perto de casa e perguntou a filha se não queria ir junto, mas Stéphi recusou dizendo que estava calor demais pra ir pra rua. E assim continuamos no quarto, e foi quando Stéphi me pergunta sem constrangimentos como era fazer sexo, fiquei sem resposta por um momento e depois respondi que era bom e que ela ainda iria saber como é, e ai veio minha maior surpresa, ela fica de frente pra mim e fala que havia visto eu transando com sua mãe, nesta hora eu fiquei palido e só consegui pedir desculpa, ela então disse que só aceitaria a desculpa se eu fizesse o mesmo com ela.

Apesar d eu estar desejando ela, eu recusei e falei que eu não poderia fazer aquilo em respieto a mãe dela, ela ao menos me deu bola e foi tirando a roupa e deitou na cama com as pernas abertas, nesse momento não resisti mais e fui de encontro a ela e tirei meu pinto pra ela ver, ela ao ver o tamanho assustou e disse que estava com medo e me pediu que eu só ficasse esfregando em sua xaninha pra ela sentir como que era. Então subi na cama coloquei suas lindas pernas sobre meus ombros e comecei a esfregar meu pau na xaninha molhada dela, ela começou a suspirar de tesão e eu fiquei esfragando até gozar na portinha de sua xana fazendo ela soltar um gemido.

Com meu pau ainda dura e não aguentando mais aquela brincadeira de criança, dei uma estocada violenta que fez Stéphi gritar de dor ao ter seu cabaço estourado e pedir para que eu parasse, mas meu tesão era muito e eu estocava ela fortementepor ela ser de pele rosada sua xaninha ja estava vermelha de tão forte era as estocadas e por causa de um pouco de sangue que havia saido dela. Depois de um tempo ela parecia ja estar gostando e falava para eu fazer igual fazia com a mãe dela, então eu deitei sobre seu corpo molhado de suor e coemceia bombar forte, ela começou a gemer, eu sentia que ela estava gozando naquele momento e deixei minha porra encher sua xana apértadinha, ela gemia enquanto chupava seus seios de tamanho médio mas muito carnudos e rosados… ela então foi tomar um banho para que sua mãe não percebece nada ao chegar e dias depois mãe e filha foram embora para outra cidade.