Olá amigos estou de volta para contar mais um conto sobre minha família, que agora é só eu e minha filha. Neste conto vou falar como descobri algumas taras e práticas sexuais da minha filha Júlia.

Como disse no conto anterior meu nome é Carlos, tenho 36 anos, tenho 1,77 de altura e corpo normal magro e proporcional a minha altura, meus cabelos e olhos são pretos e a pele branca.  e Júlia de 14 anos, loirinha de pele bem branquinha, cabelos loiros e olhos verdes herdados de sua avó e bisavó maternas.

Faz quase um ano que perdi minha esposa Vânia e meu filho Rafael num acidente de carro, desde então fiz tratamento psicológico para aceitar essa perda e tirar a culpa que sentia por isso ter acontecido. Minha filha também fez tratamento psicológico, mas ela superou isso com mais facilidade eu acho. Desde então nos tornamos muito mais unidos, fazíamos de tudo juntos, passamos até a dormir juntos, muitas vezes abraçados mesmo ambos estando nus, trocávamos muitas carícias, mas nunca havíamos tido relações sexuais, mas isso estava para mudar.

Era Carnaval e eu para não ficar em casa remoendo lembranças decidi fazer plantão na empresa de informática que tenho em sociedade com uns amigos da faculdade, e minha filha estava na casa de amigas da escola para pular o carnaval em uns blocos aqui na cidade do interior do Paraná onde moramos. Fui para o trabalho mas como não tinha muito o que fazer na hora do almoço já estava tudo feito, almocei e fiquei de bobeira navegando na Internet, era umas quatro horas da tarde minha filha ligou falando que ia para casa descansar um pouco, falei para ela que assim que meu sócio chegasse também iria e sairíamos para comer.

Como o tempo não passava e eu estava sozinho decidi entrar numa sala de bate papo de sexo, entrei numa sala sobre sexo bizarro e fetiches, depois de uma hora conversando com algumas pessoas e descobrindo suas bizarrices sexuais vi uma pessoa com o apelido cadelinha do papai que acabou me atraindo e comecei a puxar papo. Logicamente que nem ela e nem eu nos identificamos com nomes reais, mas ela me disse que tinha 18 anos e estava sozinha, perguntei o motivo do apelido no chat e ela disse que era porque gostava de trocar carícias com o cachorro dela. Achei aquilo muito excitante ao mesmo tempo que nojento alguém transar com cachorros, mas sabia que a zoofilia era praticado realmente por algumas pessoas.

Ela então perguntou se eu queria ver ela, disse que sim mas que eu não poderia me mostrar porque estava no trabalho. Quando ela ligou a câmera não dava para ver muito pois estava um pouco escuro, ela estava pelada e usava uma máscara de carnaval para esconder o rosto, tinha cabelos loiros, pele bem branquinha, seios pequenos pra médio e bem durinhos. Ela atiçava seu cachorro que tentava subir na bunda dela tentando penetra-la, por mais estranho que achava aquilo estava me deixando excitado, então abri o zíper da calça e comecei a me masturbar.

Numa dessas tentativa do cachorro trepar na garota ele ficou com o pênis duro pendurado e ela começou a chupar o pênis dele, aquilo me enojava mas também me excitava ao ponto de estar me masturbando deliciosamente. De repente o cão voltou a tentar penetra-la mas ela colocava a mão tampando a vagina, mas o que ela não esperava era que o cão conseguisse penetrar no cu dela, que começou a gritar de dor e pedir que não penetrasse ali. Mas já era tarde e depois de várias estocadas rápidas o cão tentou sair mas ficou com o nó preso, ambos de costas um pro outro de quatro no chão. Eu já estava quase gozando quando a garota desesperada encerrou a conexão desligando a câmera, por sorte nessa hora percebi meu sócio chegando, guardei meu pênis rapidamente e sai do chat. Comprimentei ele e disse que já ia embora pois já era sete horas da noite e ainda sairia para jantar fora com minha filha.

Cheguei em casa uma hora depois, e enquanto entrava chamei minha filha que respondeu gritando de seu quarto, fui indo para o quarto dela perguntando o que ela estava fazendo, ela respondeu para eu não ir até lá pois ela estava ocupada, brincando perguntei se ela estava tomando banho e se depilando. Júlia disse que não mas que não era para eu ir até o quarto dela, achei estranho e decidi ir ver o que estava acontecendo. A porta estava entre aberta e a luz apagada, quando liguei a luz vi minha filha de quatro no chão pelada com nosso cachorro Thor engatado no cu dela.

Ela tentava esconder o rosto e puxar um lençol para se esconder, eu não estava acreditando no que estava vendo e só então me dei conta que ela era a garota do chat. Nervoso perguntei se ela era a garota do chat, e ela tirando a máscara perguntou se eu era o homem que tava vendo ela. Fui perguntando o porque dela fazer aquilo e se já tinha feito antes, ela disse que era a primeira vez que fazia e fez porque ficou curiosa depois que viu uma amiga fazendo. Aquilo foi me deixando muito irritado e sem pensar tirei minha cinta, dobrei e dei uma forte cintada na bunda dela que ficou marcada com facilidade por ela ter a pele bem branquinha. Com a cintada Thor com medo correu puxando com força o pênis de dentro do cu da minha filha que depois de um grito de dor com o tranco caiu no chão encolhida e chorando.

Júlia passava a mão na bunda e chorava, eu ainda furioso dei outra cintada que pegou nas coxas dela, que pedia para parar de bater. Eu sem querer ouvir mandei ela se levantar e ficar de quatro e disse que se ela era a cadelinha do papai, ela iria apanhar como uma cadeia. Júlia ficou de quatro com o corpo apoiado na cama, eu vendo sair do cu dela porra do Thor e escorrer pela vagina e coxas dei mais cintadas na bunda dela que foi ficando ainda mais vermelha.

Enquanto minha filha chorando se contorcia de dor e pedia para eu parar de bater nela, notei que eu estava excitado e tomado por aquela raiva do momento joguei a cinta no chão, abri o zíper e abaixei minha calça. Meu pau estava muito duro, peguei uma camisinha no bolso da calça e coloquei, me abaixei ficando agachado atrás da minha filha, que me olhou chorando e perguntou o que eu ia fazer. Falei que ia fazer ela ser a cadelinha do papai e segurando a bunda dela com uma mão e meu pau com a outra comecei a tentar penetrar no cu dela.

Enquanto eu forçava a penetração ela tentava me empurrar com a mão e pedia para que eu não fizesse aquilo, dei uns tapas na bunda dela e forcei de novo a penetração até que comecei a sentir a cabeça entrar, fui fazendo movimentos de vai e vem e quanto mais entrava mais porra de cachorro saia do cuzinho apertado de Júlia e escorria pelas pernas dela. Com meu pau já quase todo dentro do cuzinho dela comecei a aumentar o ritmo das estocadas, fazendo um vai e vem mais rápido e em alguns momentos penetrando forte e bem fundo no cu de Júlia que continuava chorando em meio a alguns gemidos de dor e pedidos para eu parar.

Dei mais algumas estocadas rápidas e fortes e antes que gozasse tirei meu pau do cu dela, arranquei a camisinha e comecei a gozar em cima da bunda da minha filha. Então me levantei e enquanto pegava minha calça, Júlia se levantava lentamente e subia na cama e ficando deitada de bruços com minha porra em cima da bunda dela que estava vermelha das cintadas.

Sai do quarto dela e fui para o meu tomar um banho e pensar em tudo que tinha acontecido. No meio da madrugada levantei e ainda bravo mas ao mesmo tempo arrependido das minhas atitudes fui no quarto de Júlia ver como ela estava, entrei no quarto e ela continuava deitada de bruços na mesma posição. Me ajoelhei sobre a cama cobri ela com um lençol e dei um beijo no rosto dela dizendo que amava ela, nesse momento Júlia acordou e pedi que eu saísse do quarto dela.

Depois desse episódio ficamos um bom tempo brigados e com dificuldade no nosso relacionamento de pai e filha. Mas com o tempo superamos isso graças ao amor que sentíamos um pelo outro e que depois descobrimos que era mais que um amor fraternal, e que em breve contarei como isso aconteceu.