Olá estou de volta para contar mais um episódio da minha vida familiar e que dessa vez causaria grandes mudanças na minha vida amorosa e sentimental em relação a minha filha Júlia.

Como disse no conto anterior meu nome é Carlos, tenho 37 anos, tenho 1,77 de altura e corpo normal magro e proporcional a minha altura, meus cabelos e olhos são pretos e a pele branca.  e Júlia de 14 anos, loirinha de pele bem branquinha, cabelos loiros um pouco mais liso do que os da mãe mas também com um leve ondulado, e olhos verdes herdados de sua avó e bisavó maternas.

Já se passaram dois anos da morte da minha esposa e do meu filho, as coisas pareciam finalmente tomar um rumo apesar da falta que eles faziam. Depois do episódio que aconteceu comigo e minha filha onde acabei fazendo sexo anal com ela depois de pega-la fazendo o mesmo com nosso cachorro Thor ficamos brigados por um tempo e durante uns meses ela ficou na casa da madrinha dela.

A madrinha dela era separada e vivia com a filha de 18 anos, que eu e minha esposa batizamos quando ainda éramos noivos. Luzia tinha 38 anos, cerca de 1,68 de altura, olhos verdes e cabelos castanhos bem encaracolados, e um corpo levemente magro de branca. Sua filha Lorena era morena clara, tinha cerca de 1,75, olhos verdes e cabelos pretos e ondulados, compridos até quase o meio das costas. Eu a definia como uma perfeita mistura genética dos pais.

Nesse período que ficamos brigados comecei os preparativos para a festa de debutante da minha filha Júlia. Sua madrinha que tinha uma confecção especializada em vestidos estava fazendo o vestido da minha filha enquanto eu cuidava das outras coisas como salão, buffet, banda e uma surpresa para que fosse a festa mais linda possível, do jeito que a mãe dela gostaria de ter feito.

Faltando aproximadamente um mês para o aniversário de Júlia que já tinha voltado para casa, a correria ainda era intensa entre trabalho e preparativos para a festa, não tinha vida social com amigos nem saia para paquerar e nesse momento desejava muito que minha esposa estivesse viva. Quando eu e minha filha estávamos bem nossa intimidade era bem grande a ponto de dormirmos juntos, e muitas vezes sem roupa, principalmente nesse período próximo do início do verão e que já fazia muito calor.

Numa dessas noites depois de ter finalmente acertado os últimos detalhes da festa de aniversário da Júlia, uma forte lembrança da minha esposa veio a cabeça e fiquei com isso a noite toda até pegar no sono sem ver que minha filha tinha ido dormir comigo. Foi aí que uma coisa inusitada aconteceu e que vou contar conforme minha filha me contou, pois eu mesmo não lembrava de nada.

No meio da madrugada fiquei excitado e comecei a acariciar o corpo da minha filha pensando ser da minha falecida esposa, Júlia estava deitada de bruços e comecei a passar a mão na bunda dela que estava pelada, então me levantei e comecei a me posicionar sobre o corpo da minha filha que nesse momento acordou perguntando o que eu estava fazendo. Falando o nome da minha esposa respondi que estava excitado e queria transar, nesse momento minha filha percebeu que eu estava tendo uma crise de sonambulismo.

Júlia tentou me acordar mas eu continuei a me debruçar sobre ela passando meu pênis no rego da bunda dela que se contorcia tentando evitar que a penetrasse. Comecei a forçar mais enquanto Júlia puxava o lençol e colocava entre as pernas e sobre a bunda para eu não conseguir penetrar nela, principalmente na sua vagina pois ainda era virgem. Júlia pedia para que eu parasse, mas eu ainda dormindo forçava a penetração até que a cabeça entrou levemente no buraquinho dela que mexeu sua bunda fazendo sair fora, então forcei de novo até que finalmente consegui penetrar no cuzinho da minha filha Júlia.

Ela tentou sair, mas não conseguiu e comecei a dar estocadas rápidas no cu dela que tentava me acordar e pediu que eu parasse, mas tudo isso era em vão e eu continuava penetrando fundo e rápido. Com o tempo Júlia começou a relaxar e deixou rolar até que eu terminasse. Comecei a beijar o pescoço dela que entregue ao desejo começou a gozar e gemer sentindo minhas estocadas que diminui o ritmo mas aumentei a força enfiando bem fundo no cu de Júlia que hemi e agarrava o lençol gozando. Dei mais umas bombadas e gozei dentro do cu da minha filha, depois beijei sua boca e sai de cima dela e voltei a dormir como se nada tivesse acontecido.

Logo pela manhã acordei pelado e abraçado a Júlia que também estava pelada, o que era normal para nós. Dei um beijo na boca dela dando bom dia e levantei para fazer o café da manhã. Depois de uma meia hora Júlia desceu até a cozinha e perguntou se eu lembrava do que tinha acontecido na madrugada, falei que não e ela então começou a me contar tudo que tinha acontecido. Fiquei sem jeito e até espantado, e de joelhos pedi desculpas para minha filha, que me desculpou e disse que eu precisava namorar alguém para esquecer a mãe dela e aliviar meus desejos sexuais.

Finalmente chegou o final de semana, faltava uma semana para o aniversário de Júlia, fazia muito sol e calor e minha afilhada estava em minha casa para tomar sol com minha filha. Enquanto elas se bronzeavam eu fui preparar o almoço, algo leve com muita salada. Após o almoço, já no meio da tarde coloquei uma sunga e me juntei as garotas. De surpresa peguei uma mangueira e comecei a molhar as garotas deitadas tomando sol, elas levantaram correndo e começaram a pular e correr enquanto eu as molhava. Comecei a reparar em Lorena que estava com um biquíni do tipo cortininha verde neon bem pequeno. Júlia também estava linda com um biquíni mais comportado da cor rosa neon. Mas Lorena tinha me chamado atenção de um jeito diferente a ponto de começar a reparar nas curvas sensuais do corpo dela.

Distraído mal ouvi o que celular tocar, era Luzia pedindo para minha filha fazer a última prova do vestido dela. Júlia saiu correndo tomar um banho rápido e nem esperou que Lorena terminasse o banho dela e já foi para a casa da madrinha. Depois que Lorena terminou também fui tomar um banho para aliviar o calor, quando sai de banho percebi que estava começando a chover e lembrei de umas roupas que estavam no varal. Sai correndo só de toalha mas quando cheguei na varanda Lorena já estava no meio da chuva pegando a roupa. Quando terminou de pegar todas Lorena estava encharcada e pedindo uma toalha tirou o vestido que estava ficando totalmente nua, já que tinha ido já com o biquíni que está secando, e por um instante fiquei paralisado olhando o corpo dela até que ela me chamou a atenção pedindo novamente uma toalha.

Entreguei a toalha para minha afilhada que enrolou a mesma no corpo, enquanto eu continuava olhando ela com desejo. Lorena então reparou que eu estava ficando excitado e perguntou se era por causa dela, foi quando reparei que estava ficando de pau duro fazendo um grande volume na toalha que eu estava enrolada na cintura. Lorena provocativa puxou minha toalha e se surpreendeu com meu pênis de tamanho bom, deve ter uns 19cm mas é bem grosso e tem uma cabeça grande também. Ela então tirou sua toalha dela e eu sem pensar comecei a beijar aquela boca deliciosa enquanto esfregava meu pau na região pubiana dela. Lorena então sentou numa rede de casal que tem na varanda e pegando meu pau com firmeza começou a chupar a cabeça dele, ela fazia isso muito bem, dando chapadas fortes comoque querendo sugar meu esperm num canudo, além de lambidas que ia do saco até a cabeça, segurei a cabeça dela e fiz ela enfiar o pinto até a garganta e forçava a masturbação com rapidez.

Lorena então deitou na rede com as pernas abertas agachei do lado e dei umas lambidas e chapadas naquela vagina de grandes lábios carnudos e bem molhadinha, depois com um pouco de dificuldade deitei por cima dela penetrando bem fundo na buceta molhadinha dela. Comecei a bombar com movimentos lentos de vai e vem enquanto beijavamos loucamente e fazia minha afilhada soltar gemidos de tesão. Ficamos assim por uns 10 minutos, até que nos levantamos e eu deitei na rede de barriga pra cima, Lorena passou uma das pernas para o outro lado da rede e segurando meu pau agachou e esfregava a cabeça dele no clitóris dela e logo depois penetrou na buceta dela, e apoiando as mãos na minha barriga começou a cavalgar no meu pau subindo e descendo bem rápido, enquanto eu passava a mão nas coxas dela.

Minha afilhada era um tesão, os seios dela pulavam no ritmo da cavalgada dela, eles eram grandes e bem volumoso com bicos escuros e grandes. Depois de mais uns dez minutos minha afilhada tirou o pau da buceta dela e virando de costas segurou forte meu pinto e agachou enfiando ele no cuzinho dela e começou um sobe e desce bem lentamente apoiando as mãos nas minhas pernas. Aquele cuzinho apertado era muito bom e me deixava ainda mais excitado, olhava aquela bundona bronzeada e com marquinha de biquíni que ficava ainda mais redonda com meu pau enfiado no cu dela e dava tapas seguido de apertões naquele traseiro suculento. Lorena gemia e pulava mais rápido no meu pau enquanto apertava seus seios.

Comecei a dar estocadas fortes e bem fundas segurando o quadril da minha afilhada, até que numa dessas estocadas ela perdeu as forças nas pernas e deitou sobre meu corpo, continuei a dar fortes estocadas enquanto apertava os seios dela. Lorena começou a masturbar a vagina e o clitóris dela e gemia mais alto falando que estava gozando com o pau do padrinho no cu dela. Os gemidos e suspiros eram mais fortes e eu percebendo que ela estava chegando ao orgasmo dava estocadas mais rápidas enquanto ela também fazia movimentos de vai e vem com a bunda. Lorena começou a gritar que estava gozando e apertava os seios enquanto masturbava freneticamente o clitóris, nesse momento gozando ejaculei sem dó enchendo o cuzinho dela de porra grossa. Minha afilhada suspirava forte deitada sobre meu corpo.

De repente ouvimos um barulho e saímos correndo pagando nossas toalhas, corri para meu quarto enquanto Lorena correu para o banheiro social limpando a porra que saia do cu dela e escorria pelas coxas. Depois percebi que o barulho era da minha filha que tinha chegado trazida pelo madrinha que também veio buscar sua filha.