Neste conto vou mostrar a história de um amigo do trabalho e sua família incestuosa. Vou contar em primeira pessoa como se eu fosse o meu amigo.

Meu nome é Carlos, tenho 35 anos, tenho 1,77 de altura e corpo normal magro e proporcional a minha altura, meus cabelos e olhos são pretos e a pele branca. Sou casado com Vânia que também tem 35 anos, mede 1,70 com um lindo corpo também magra e proporcional a sua altura, e de pele bem branquinha, olhos e cabelos castanhos claros quase loiros. Temos dois filhos Rafael de 12 anos, muito parecido comigo, tipo físico, olhos e cabelos iguais aos meus, e Júlia de 13 anos, loirinha de pele bem branquinha, cabelos loiros e olhos verdes herdados de sua avó e bisavó maternas.

Nossa família sempre teve uma liberdade sexual entre eu minha e nossos filhos, mas a maioria dirá que somos promíscuos e até pedófilos, pois fazemos sexo em frente aos nossos filhos desde que eram bebês, mas eles nunca participaram de nada e sempre explicavamos tudo que estava acontecendo e deixava claro que existia idade e lugar certo para fazer aquilo. Para nós o incesto não é visto como um pecado. Sempre beijo minha filha na boca e minha mulher o meu filho, mas nunca tocamos eles sexualmente, mesmo não achando isso errado desde que eles saibam o que está acontecendo e queiram fazer.

Mas as coisas estavam mudando, nossos filhos estavam na pré adolescência onde os desejos sexuais começam aparecer. Minha filha já havia tido a primeira menstruação e seu corpo começava a ganhar formas de mulher, mas ainda tinha seu jeito de menina tímida e agora meu filho começava a ter as primeiras ereções e a sentir prazer com elas.

Minha esposa me contou que ultimamente quando vai acordar nosso filho ele está pelado e com o pinto duro (temos o costume também de dormir pelados). E me mostrou a mão com gozo do Rafael pois ela disse que só de ter tocado ele de leve já ejaculou na mão dela.

Naquele dia a noite peguei meu filho espiando a irmã pela porta do quarto, ela estava deitada de bruços na cama estudando só de calcinha e sutiã, percebi que o pinto dele estava duro dentro do short e ele esfregava por cima sem coordenação. Cheguei nele e disse que na nossa família ninguém fazia essas coisas escondido e propus para ele vir no banheiro comigo para a gente se masturbar juntos.

Mas quando entramos no banheiro minha esposa estava lá tomando banho, Rafael ficou envergonhado, mas fui tirando meu short e falei pra minha esposa que a gente veio tomar banho com ela. Vânia já percebendo minha intenção abriu a porta do box e pediu para Rafael tirar a roupa, ele ainda envergonhado tirou e entrou no box comigo e a minha esposa.

Vânia começou a ensaboar o corpo, passando a mão principalmente pelos seus seios que são do tamanho médio pra grande naturais mas ainda firmes e pela bunda também também de tamanho médio pra grande. Enquanto isso comecei a me masturbar elogiando a beleza do corpo dela, Rafael concordou e também elogiou a mãe dele enquanto também começava a se masturbar, percebi que Rafael tinha um pênis relativamente grande pra quem tinha 12 anos.

Eu e Rafael apontava nosso pênis pra Vânia e nos masturbava lentamente, minha esposa entrou no chuveiro e começou a rebolar enquanto se enxaguava, passava a mão na bunda e nos seios, ela então se encostou na parede e colocando a região da pélvis pra frente começou a passar a mão na vagina dela. Rafael começou a se masturbar freneticamente, então falei para ele ir com calma ou gozaria rápido, falei pra ele que tentasse acompanhar meu ritmo e assim continuamos a masturbação enquanto olhávamos minha esposa masturbar sua vagina esfregando o clitóris enquanto também apertava e massageava os seios com a outra mão.

Rafael foi acelerando novamente a masturbação dele enquanto minha esposa também aumentava o ritmo da dela, meu filho então falou que ia gozar e minha esposa disse para ele gozar que ela também tava gozando e começou a soltar gemidinhos, Rafael ouvindo a mãe gemer começou a ejacular e eu ainda me masturbando via meu filho e minha esposa gozando juntos pela primeira vez.

Minha esposa depois de ter gozado, colocou nosso filho para tomar banho e enquanto isso continava-mos nos box do banho, Vânia virou de costas pra mim enquanto ajudava nosso filho a se lavar, segurei na cintura dela e comecei a passar meu pênis na vagina dela, nisso ela arrebitou a bunda e apoiou uma das mãos na parede, então segurei meu pinto e fui penetrando o cuzinho dela.

Meu pinto entrou sem muita dificuldade e logo comecei a meter forte com penetração bem funda enfiando meu pau largo, comecei a fazer movimentos de vai e vem cada vez mais rápidos, dando estocadas fortes no cu da minha esposa que gemia cada vez mais. Rafael que estava ao lado se enxaguando falou que os gemidos da mãe dele deixava ele de pinto duro, Vânia olhou e viu ele duro de novo e falou que ajudaria ele e foi logo pegando no pinto do nosso filho e no ritmo das minhas estocadas ela masturbava Rafael.

Aumentei o ritmo das estocadas e enquanto segurava a bunda da minha esposa com uma mão, com a outra apertava um de seus seios, nosso filho olhava tudo atentamente cada movimento que eu fazia e disse que ia gozar de novo, então tirei meu pau do cu da minha esposa e comecei a gozar na bunda dela enquanto Rafael gozava na mão da mãe.

Depois disso o tempo passou e algumas coisas aconteceram, mas que talvez contarei em breve, pois minha vida e da minha família mudaria drasticamente da noite pro dia.

Numa noite quente de verão estava eu e Vânia na cama, nossos filhos já haviam ido para seus quartos dormir e eu recebia um belo boquete.

Vânia fazia um ótimo sexo oral, sabia que adorava que chupasse a cabeça do meu pau alternando com lambidas por ele todo. Vânia parou com o sexo oral e se posicionou em cima do meu pau e foi descendo a bunda até penetrar na buceta dela, ela adorava essa posição cavalgando no meu pau duro, sua buceta carnuda e rosada ficava toda preenchida com meu pau grosso. Ela subia e descia num ritmo rápido e as vezes debruçava sobre mim e nos beijava-mos enquanto eu apertava seus seios levemente molhados de suor.

Nesse momento fomos surpreendidos pelo nosso filho que entrou no quarto dizendo que não conseguia dormir, Vânia olhou e viu que ele estava pelado e com o pinto duro. Rafael encostou na cama e enquanto minha esposa cavalgava começou a masturbar ele, enquanto isso Rafael passava a mão na bunda da mãe e eu apertava os seios dela. Depois de um tempo Rafael continuava excitado e pediu para passar o pinto na bunda da mãe, Vânia disse que tudo bem desde que fosse rápido e depois voltasse pro quarto dele.

Vânia se debruçou sobre meu corpo e nosso filho subiu na cama e debruçado sobre mãe começou a esfregar o pinto na bunda dela. Enquanto ela fazia movimentos de vai e vem com meu pau penetrado na buceta dela Rafael acompanhava os movimentos esfregando o pinto duro na bunda de Vânia. Os gemidos denunciavam que ela estava chegando ao orgasmo e pedia para que nosso filho esfregasse mais a cabeça do pinto dele no cuzinho dela. Rafael prontamente começou a fazer isso enquanto passava a mão na bunda da mãe que erguendo o corpo e colocando as mãos do filho nos seios dela e dizia que estava gozando com os dois homens dela. Nesse momento enquanto eu gozava na buceta dela Rafael gozava na bunda dela, depois disso levei ele até o quarto para dormir e Vânia foi tomar um banho rápido e em seguida fomos dormir.

Na manhã do dia seguinte era um sábado e minha esposa decidiu ir visitar uma irmã numa cidade próxima e levou com ela Rafael, Júlia ficou pois iria sair com umas amigas e eu iria fazer plantão na empresa de informática que eu tinha em sociedade com uns amigos da faculdade. Mas pouco antes do meio dia meu celular toca, era o número da minha esposa, mas quando atendi recebi a pior notícia da minha vida. Vânia sofreu um acidente de carro, um caminhão bateu de frente matando ela e nosso filho Rafael.

Depois dessa tragédia na minha vida às coisas ficaram difíceis, entrei em depressão e me sentindo culpado pela morte deles, como um castigo por causa dos pecados incestuosos que fazia-mos e umas traições que acabei cometendo.

Em breve contarei sobre isso e como superei esse trauma e como passou a ser minha vida sozinho com minha filha.