Neste conto vou relatar o que um amigo da época da faculdade me contou, para facilitar Contarei em primeira pessoa como se fosse eu na história.

Olá pessoal meu nome é Samuel e sou enfermeiro particular, também conhecido como cuidador. Tenho 35 anos, 1,85 levemente malhado e cabelos pretos curtos.

Sempre tive muito trabalho como enfermeiro, mas fazia um tempo que estava parado, quando uma família rica entrou em contato comigo para ajudar na recuperação da filha deles que havia sofrido um acidente e ficado paraplégica E teria que começar a cuidar dela já no hospital.

No dia seguinte fui até o hospital durante o horário de visitas para conversar com a família e ver a paciente, quando cheguei a família me apresentou Diana, ela tinha apenas 25 mas logo notei que era muito linda, pele branquinha, aproximadamente 1,68 de altura, olhos pretos, cabelos também pretos e lisos quase no meio das costas, infelizmente me espantei por ela estar com os braços amarrados pois não estava aceitando aquela situação e dificultava o trabalho dos enfermeiros(as).

Como combinado comecei a cuidar dela já no hospital e aos poucos tentava me aproximar e criar um vínculo de amizade com Diana que parecia ser bem mimada. Nesse trabalho por muitas vezes fazia coisas íntimas como ajudar a passar sonda e dar banho, e sabia que ela não gostava e pedia aos pais para contratar uma enfermeira mulher, mas os pais tinham ótimas recomendações minhas e continuei no emprego.

Alguns meses se passaram e Diana já estava em casa voltando a rotina dela, ela voltou a recuperar a forma física através da fisioterapia e já lidava bem com o fato de depender de uma cadeira de rodas. Meu trabalho estava quase terminando e logo deixaria ela para cuidar de outra pessoa, mas como muitas vezes acontece com paraplégicos, Diana estava com infecção urinária e acabei ficando para ajudar mais uns dias.

Como de costume passávamos o dia todo praticamente sozinhos na casa, pois os pais dela estavam na empresa que possuíam, e numa tarde precisei passar sonda para que Diana conseguisse urinar, coloquei ela deitada na cama, tirei sua calça legging e  a calcinha dela, e enquanto fazia meu trabalho Diana disse para eu amarrar os braços dela e transar com ela.

Naquela hora fiquei surpreso e disse que ela era minha paciente e não poderia fazer aquilo, mas curioso perguntei o porque ela queria aquilo, então ela disse que numa das vezes que ela estava no hospital amarrada começou a ficar excitada enquanto eu limpava as partes íntimas dela. Fiquei ainda mais surpreso mas continuei negando fazer aquilo e terminei meu trabalho e a vesti novamente.

Depois de quase uma semana Diana estava quase totalmente recuperada da infecção urinária, mas toda vez que ia passar sonda nela ela vinha com o papo de amarrar ela e eu desconversava apesar de começar a vir a minha cabeça o corpo dela nu que tanto vi ao ajudá-lá tomar banho.

Numa tarde de sexta feira já estava indo embora quando Diana me pediu para passar a sonda nela pois fazia algumas horas que não conseguia ir ao banheiro. Enquanto eu preparava o material ela se deitou na cama e enquanto retirava o shorts e calcinha dela, ela tirou de baixo dos travesseiros um acessório de bondage de prender as pessoas pelos braços (que parecia duas fivelas de cinta) e disse para amarra-lá e transar com ela.

Naquele momento não resisti, comecei a tirar minha roupa e enquanto ela tirava a blusinha estampada e o sutiã que usava. Catei os acessórios prendi na cabeceira da cama e prendi as duas mãos dela abertas e falei que se ela queria daquele jeito seria daquele jeito. Subi na cama e agachado comecei a chupar a buceta dela enquanto tocava os seios dela com as mãos. Diana suspirava e dizia que só daquele jeito conseguia ter prazer fazendo sexo.

Depois de um tempo chupando a buceta lisinha e carnuda dela me levantei e tirei minha calça e cueca, Diana se espantou ao ver meu pau de 20cm e bem grosso e disse que não aguentaria um pau daquele, e eu ficando de joelhos na frente dela disse que iríamos até o fim, então segurei a cabeça dela e comecei a fazer ela me chupar. Meu pau nem entrava todo na boca dela mas eu enfiava o mais fundo possível e batia com meu pau na cara dela chamando ela de putinha mimada.

Enquanto eu me posicionava pra comer ela, Diana concordava que era minha putinha. Me ajoelhei na cama e ergui as pernas dela apoiando em meus ombros e enfiei todo meu pau de uma vez naquela buceta gostosa e comecei a dar estocadas rápidas enquanto beijava a boca carnuda de Diana que suspirava e gemia de tesão por ter desejo sexual atendido. Continuei bombado forte até que ela me pediu para tirar de dentro dela e quando tirei ela começou a se mijar toda, logo depois ela disse para eu continuar e novamente enfiei todo meu pau bombado rápido e forte enquanto Diana gritava de tesão e dizia que tava gozando.

Eu também tava tão excitado e quase gozei dentro dela, mas tirei rapidamente e gozei em cima dos seios de tamanho médio para o corpo dela e bem carnudos. Diana vendo aquilo disse que queria mais, eu então comecei a desamarrar ela dizendo que ia limpar tudo aquilo. Ela então foi se virando com alguma dificuldade e de bruços pediu para ser amarrada de novo e que eu pegasse um cinto no guarda roupa dela e batesse nela. Nesse momento disse que ela tava fixando doida e que eu não faria aquilo.

Diana então ameaçou contar para os pais dela sobre a transa e eu seria demitido por justa causa e complicaria minha profissão. Após ouvir aquilo segurei os cabelos dela erguendo sua cabeça e disse que ela realmente era uma putinha mimada. Diana deu risada e concordou, eu então peguei os acessórios e prendi as mãos dela novamente e peguei meu próprio cinto e dei com vontade naquela bunda branca e grande que ficou com uma bela marca vermelha.

Continuei batendo e ela dizia que estava excitada com aquilo, eu também estava de pau duro novamente e me ajoelhei na cama e comecei a dar palmadas na bunda dela que dizia que tava adorando, entre uma palmada e outra comecei a abrir a bunda dela e ver um cuzinho ótimo para meter, comecei colocando meu dedo indicador e depois dois dedos, Diana perguntou porque tinha parado de bater e eu disse que tava preparando o cuzinho  dela pra meter nele.

Ela espantada disse que meu pau ia arregaçar o cu dela, mas eu já estava passando uma vaselina e me posicionei de joelhos sobre as pernas dela, abri a bunda dela com uma mão e com a outra segurei meu pau e fui enfiando até onde dava. Quando estava praticamente todo dentro debrucei sobre ela e disse no ouvido dela que era o cuzinho mais gostoso que eu tava comendo…

Diana virou a cabeça de lado e começou a ver eu bombar no cu dela com vontade e força, enquanto eu acariciava as costas dela e ela dizia que estava ficando excitada novamente. Continuei bombando forte até que senti ela mijando novamente e gemia dizendo que estava gozando. Eu então enfiei meu pau bem fundo e gozei dentro do cu dela deixando ela toda melada com a porra e o xixi dela.

Depois disso desamarrei ela e comecei a ajudá-lá a se limpar tomando um banho enquanto eu trocava os lençóis da cama dela. Diana disse que graças a mim tinha voltado a sentir prazer sexual e que sempre que eu quisesse poderia ir transar com ela.